Archive for setembro, 2006

5 de setembro de 2006

Relação Sumária do Material Apresentado nas Postagens deste Blog.

 
Título do Blog:
 E-BOOKS DE JACOB (J.) LUMIER

 

 

 

Subtítulo do Blog:

OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER:

sobre o Websitio Produção Leituras do Século XX -PLSV

Literatura Digital 

 

 

 

DESCRIÇÃO DA POSTAGEM DE ABERTURA I

 

CONTEÚDO: RELAÇÃO SUMÁRIA DO MATERIAL APRESENTADO NAS POSTAGENS;

 

 

 RELAÇÃO:

 

 

 1)      SUMÁRIO DA POSTAGEM DE ABERTURA II:

Categorias: Internet; Conhecimentos Universitários; E-Books; Literatura Digital.

Palavras-Chave: Autor, Leitura, Produção.

Tema: Utilizando a Tecnologia da Informação na Produção Intelectual I.

Tópicos/conteúdo: Notícia Sucinta Sobre o Valor da Leitura das Obras de Jacob (J.) Lumier e Sobre Sua Atividade Intelectual; / Trechos do Website Exclusivo de

J.Lumier Sobre Seu Projeto/Produção.

 http://leiturasjlumier.spaces.live.com/blog/cns!C8E12CE719918FB7!161.entry

 

 

 

 

2) – SUMÁRIO DA PRIMEIRA POSTAGEM:

Categorias: Produção cultural, ensino a distância.

Palavras-chave: Experimentação, comunicação social.

Tema: Utilizando as Listas de Distribuição por e-mail na produção intelectual.

Tópicos/conteúdo: Texto de fundamentação do grupo oficina da monografia

 

http://leiturasjlumier.spaces.live.com/blog/cns!C8E12CE719918FB7!159.entry

 


 

3)      SUMÁRIO DA SEGUNDA POSTAGEM:

Categorias: e-book monográfico (concebendo e projetando).

Palavras-chave: literatura digital.

Tema: Utilizando a tecnologia da informação na produção intelectual II.

Tópicos/conteúdo: Aspectos do projeto de J.Lumier e de sua atividade na Internet como produtor dos seus e-books.

 http://leiturasjlumier.spaces.live.com/blog/cns!C8E12CE719918FB7!157.entry


 

 

4)      SUMÁRIO DA TERCEIRA POSTAGEM:

Categorias: formação (nas ciências humanas); e-book monográfico,

Bibliografia; pensadores.

Palavras-chave: mito; Gestalt; fenomenologia.

Tema: Abordando a filosofia à luz da comunicação social I.

Tópicos/conteúdo: O Sumário dos e-books, artigos e textos apresentados nas Entradas deste Blog; A Seqüência Inicial da Obra 01 Intitulada: "A Crítica Dualista Na Leitura de Hegel: Uma Reflexão a Partir de A Kojévè.Doc", 118 págs., e-book, 2005, com bibliografia e índices remissivo e analítico eletrônicos.

http://leiturasjlumier.spaces.live.com/blog/cns!C8E12CE719918FB7!155.entry

 


 

 5)      SUMÁRIO DA QUARTA POSTAGEM:

Categorias: formação (nas ciências humanas); e-book monográfico;

 Bibliografia; pensadores.

Palavras-chave: mito; Gestalt; fenomenologia.

Tema: Abordando a filosofia à luz da comunicação social – II.

Tópicos/conteúdo: A Complementação da Seqüência Inicial da Obra 01 Intitulada:

"A Crítica Dualista na Leitura de Hegel: Uma Reflexão a Partir de A Kojévè.Doc";

Incluindo os seguintes tópicos: Lista das Entradas do Índice Remissivo Eletrônico; Bibliografia Referida na Obra; Cronologia Sobre a Vida e as Obras Filosóficas de Hegel.

http://leiturasjlumier.spaces.live.com/blog/cns!C8E12CE719918FB7!154.entry


 

 

 

6)      SUMÁRIO DA QUINTA POSTAGEM:

Categorias: Sociedade de Informação; E-Book Monográfico; Formação

 (em Sociologia); Bibliografia.

Palavras-Chave:   Sociedades Globais; Realidade Social; Sociabilidade,

Tempos Múltiplos, Perspectivação sociológica do Conhecimento.

Tema: Abordando A Sociologia do Conhecimento I.

Tópicos/conteúdo: A Seqüência Inicial da obra 02 intitulada: "Aspectos da

 Sociologia do Conhecimento: reflexão em torno às Análises Sociológicas de Georges Gurvitch.Doc", 548 fls, E-Book, 2005, com Bibliografia e Índices Remissivo e Analítico Eletrônicos. Incluindo os seguintes tópicos: Resumo; Sumário; Prefácio.

http://leiturasjlumier.spaces.live.com/blog/cns!C8E12CE719918FB7!152.entry

 


 

 

7)      SUMÁRIO DA SEXTA POSTAGEM:

Categorias: formação (em sociologia); e-book monográfico;

Bibliografia; sociedade de informação.

Palavras-chave: sociedades globais; realidade social; sociabilidade, tempos múltiplos, perspectivação sociológica do conhecimento.

Tema: Abordando a sociologia do conhecimento II.

Tópicos/conteúdo: A Complementação da Seqüência Inicial da Obra 02 Intitulada:

"Aspectos da Sociologia do Conhecimento: Reflexão Em Torno Às Análises Sociológicas de Georges Gurvitch.Doc", incluindo a Bibliografia Referida na Obra;

http://leiturasjlumier.spaces.live.com/blog/cns!C8E12CE719918FB7!151.entry

 


 

 

8)      SUMÁRIO DA SÉTIMA POSTAGEM:

Categorias: formação (em sociologia); e-book monográfico;

Bibliografia; sociedade de informação.

Palavras-chave: sociedades globais; realidade social; sociabilidade, tempos múltiplos, perspectivação sociológica do conhecimento.

Tema: Abordando a sociologia do conhecimento III.

Tópicos/conteúdo: Complementação da Seqüência Inicial da Obra 02 Intitulada:

"Aspectos da Sociologia do Conhecimento: Reflexão Em Torno Às Análises Sociológicas de Georges Gurvitch.Doc", incluindo a Cronologia.

http://leiturasjlumier.spaces.live.com/blog/cns!C8E12CE719918FB7!150.entry 


 

 

9)      SUMÁRIO DA OITAVA POSTAGEM:

Categorias: sociedade de informação; comunicação social; formação (em sociologia); biblioteca virtual.

 

Palavras-chave  ciberespaço, cultura do compartilhamento,

Sociologia, conhecimento, técnica e tecnologia, pluralismo.

Tema: reconhecendo as redes de cultura das tecnologias da informação e da comunicação como quadros de referência.

Tópicos/conteúdo: – Texto do Recente Artigo Publicado de J.Lumier Intitulado

Tópicos Para Uma Reflexão Sobre a Teoria de Comunicação Social

(Relações Entre Tecnologias da Informação E Sociedades)”, -pdf- 09/01/2006, publicado no Boletin nº47 da OEI e junto ao programa "Sala de Lectura CTS+I; sección Sociedade de Información", da Organización de Estados Iberoamericanos para la Educación, la Ciencia y la Cultura-OEI, http://www.campus-oei.org/salactsi/. Incluindo Ementa, Texto completo, bibliografia.

http://leiturasjlumier.spaces.live.com/blog/cns!C8E12CE719918FB7!148.entry

 


 

 

10)  SUMÁRIO DA NONA POSTAGEM:

Categorias: estudo crítico, sociologia.

Palavras-chave: sistema de freios e contrapesos, alienação,

Democracia industrial, pluralismo.

Tema: reencontrando a história como mensagem I.

Tópicos/conteúdo: Texto do Artigo de Cultura de J.Lumier

 Datado Em Março de 1992 e Intitulado

Democracia e Soberania Social:

Uma Reflexão a Partir da Declaração dos Direitos Sociais.

(republicado neste website com algumas correções e precisões indispensáveis, mas sem alteração, embora o autor já disponha de nova expressão melhor elaborada nos seus ensaios apresentados neste website, no âmbito dos quais o texto que segue deve ser lido. Na composição original aqui respeitada, este artigo foi acrescido da "Declaração dos Direitos Sociais” divulgada em NOVA YORK em l944, que se encontrará no final do texto que segue).

 

11)  SUMÁRIO DA DÉCIMA POSTAGEM:

 Categorias: estudo crítico, sociologia.

Palavras-chave: sistema de freios e contrapesos, alienação,

Democracia industrial, pluralismo.

Tema: reencontrando a história como mensagem II.

Tópicos/conteúdo: continuação do Texto do Artigo de Cultura

Intitulado: Democracia e Soberania Social:

 Uma Reflexão a Partir da Declaração dos Direitos Sociais.

Incluindo os seguintes Tópicos: Parte III, Parte IV, Anexo com a Parte Geral da

5 de setembro de 2006

Obras e Projeto de Jacob (J.) Lumier: Utilizando a Tecnologia da Informação na Produção Intelectual I.

 

 DESCRIÇÃO DA POSTAGEM DE ABERTURA II

 

 

Sobre a Produção Leituras do Século XX.

http://www.leiturasjlumierautor.pro.br

 

 

 

 Categorias: Internet; conhecimentos universitários;

 E-books; literatura digital.

 

Palavras-chave: Autor, Leitura, Produção.

 

OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER…

POSTAGEM DE ABERTURA II:

Utilizando a tecnologia da informação na produção intelectual I.

 

 

 

VER NESTA POSTAGEM DE ABERTURA:

 

·                    Notícia sucinta sobre o valor da leitura das Obras

 de Jacob (J.) Lumier e sobre sua Atividade Intelectual;

·                    Trechos do Website Exclusivo de J.Lumier Sobre Seu Projeto/Produção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 OS E-BOOKS DE J.LUMIER:

Notícia sucinta sobre o valor da leitura das Obras

 de Jacob (J.) Lumier e sobre sua Atividade Intelectual.

Autor Publicado Junto à Organización de Estados Ibero-Americanos para la Educación, la Ciencia y la Cultura-OEI, tendo obras acolhidas junto a Revista Eletrônica Telos e junto à Fundación Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes.

R E S U M O:

Trata-se de leitura acadêmica proveitosa em especial para quem

faz monografia de pós-graduação ajudando-o a completar a bibliografia

com referências acadêmicas de atualidade em sociologia e filosofia.

O leitor interativo navega pesquisando seus argumentos no livro eletrônico universitário com hyperlinks no próprio doc.

 – J.LUMIER ou JACOB (J.) LUMIER é autor de ensaios filosóficos e sociológicos; membro da lista da Internet Society-ISOC; licenciado em filosofia e sociólogo exerceu a docência, tendo lecionado sociologia e metodologia científica  em Universidade privada e em Universidade pública, bem como as atividades de pesquisador com apoio de fundação científica; pertence aos quadros docentes permanentes de universidade federal no Brasil. … – J.LUMIER ou JACOB LUMIER projeta sua atividade intelectual em vista de favorecer a democratização da informação e promover as novas oportunidades de produção cultural para os indivíduos, como autores de obras intelectuais e literárias. Os temas transversais que o motivam são os seguintes:  formação nas ciências humanas e na auto-aprendizagem;  pluralismo cultural e lingüístico; o sentimento de estar construindo as sociedades do saber e de estar explorando as tecnologias da informação e da comunicação para desenvolver as competências. Tem ele se orientado para o objetivo de atuar nos fóruns virtuais existentes através da publicação de seus escritos em vista de integrar-se entre os que promovem a utilização cultural da Internet como circulação de idéias e comunicação por e-mail, promovendo a revalorização : (a)- do e-book universitário e do direito do autor; (b)-dos ensaios digitais em filosofia e sociologia; (c)-da interação virtual entre o autor e seus leitores. Busca igualmente organizar ou participar de atividades em vista de favorecer: (a)-o esforço individual na produção cultural eletrônica; (b)-a comunicação interindividual entre, por um lado, os autores de obras virtuais ou digitais e, por outro lado, as pessoas interessadas na leitura universitária interativa; (c)-o estabelecimento de enlaces (link) em torno de temas-eixos; (d)-o debate de idéias e a troca de correios-eletrônicos; (e)-a promoção do livro eletrônico (e-book) como produção do autor ele próprio. – O autor JACOB (J.) LUMIER ele mesmo nos informa o tema-conteúdo de suas obras: §- "A idéia de apresentar minhas obras no âmbito da Internet ocorreu-me em conseqüência da interrupção há algum tempo do meu doutorado regular, já havia começado leituras aprofundadas de interesse para os estudiosos, os profissionais de ciências humanas e filosofia e os universitários em geral. § – Minha reflexão orientou-se para apreciar os estudos pascalianos, como alternativa à metafísica hegeliana tal qual estudada em sua aproximação ao existencialismo do século XX. §- Paralelamente, estando interessado no aproveitamento da cultura científico-universitária atual e do pensamento probabilitário da Física, dirigi minha reflexão para a sociologia diferencial, apreciando os diversos aspectos desta orientação relacionados à nova sociologia do conhecimento". Os resultados a que cheguei formam as obras apresentadas na minha home page bilíngüe PRODUÇÃO LEITURAS DO SÉCULO XX/ /PRODUCTION LECTURES DU VINTIÈME SIÉCLE, cuja url é a seguinte: http://www.leiturasjlumierautor.pro.br


Trechos do Website Exclusivo de J.Lumier Sobre Seu Projeto/Produção.
.
CABE REPRODUZIR AQUI, NO ESPÍRITO DO MULTILINGUISMO, ALGUMAS PASSAGENS DO WEBSITE EXCLUSIVO DE J.LUMIER SOBRE SEU PROJETO/PRODUÇÃO, SEGUINTES:

·                    "La PRODUCTION LECTURES DU VINGTIÈME SIÉCLE –PLS se trouve plongée dans la réflexion d’une situation d’impacte déjà remarquée dans la sociologie de Georges GURVITCH. On a signalé que, sous l’influence du développement étonnant des techniques de communication, nous sommes passés d’un coup d’oeil par les différents temps et échelles des temps appartenant a des civilisations, nations, types de sociétès et groupes divers. L’unité du temps s’y a t’elle revelée n’être qu’un mirage, d’aprés ce qui nous ont montré à la fois la philosophie (BERGSON) et la science (EINSTEIN). Il est resté clair que l’effet d’unifier les temps divergents en ensambles de temps échelonnés -dont l’absence rend impossible notre vie personnel, aussi bien que la vie des sociétés et, du même, notre orientation dans le monde- c’est une unité que ne nous a pas été donnée, mais s’agit’elle d’une unification a conquérir par l’effort human, y compris la lutte pour dominer le temps, lui diriger en quelque manière". #####- " Considerée par ses produits culturels dans le champ de la communication social et interindividuel, on peut voir l’internet sous le prisme d’un cercle interactive de lecture. À ce point de vue, et malgré ceux qui ont refusé la philosophie au marché , on retrouve la culture littéraire comme une valeur économique différente auprès des personnes qui aiment bien lire et écrire. Ces gens lá, comme nous, intéressés surtout aux connaissances universitaires, ils peuvent, alors, moyennant le e-livre e par courriel, s’approcher entre eux comme des auteurs et ses lecteurs, sans que, pour cela, on n’arrive a se transformer en des supports involuntaires de la culture de masse". #####- "S’ il est vrai que le procès de conception et production du matériel imprimé est en train d’être entièrement transformé par le biais de l’internet, comme on le sait , il ne peut plus avoir doute sur le fait que les premières versions du livre électronique (e-livre) aux dernières années du vingtième siécle, ont déjà signifiée que l’internet conduit surtout à la transformation du produit “livre traditionnel”. L’advent de la forme digitale a modifiée cet ancien produit culturel en lui même, en y supprimant son volume et, par lá, en libérant le lecteur pour exercer d’aprés sa convenance sa prérogative nouvelle de choisir s’il veut imprimer le texte en volume. Il y en a lá une liberté de laquelle on ne pouvais pas cogiter avant l’internet et ses outils. Comment on sait, “a la fin des années 1990, les technologies numériques nous ont donné l’e-book (livre numérisé), qui comporte lui-même plusieurs variantes, comme l’e-book audio, l’e-book braille ou l’e-book hypermédia. Le livre étant à l’origine un ensemble de feuilles imprimées, coupler “livre” avec “numérique” et “électronique” peut relever de l’hérésie si on s’en tient au livre en tant que support. Ceci reste néanmoins tout à fait acceptable si on considère le livre dans sa dimension éditoriale”. Selon le dictionnaire du NEF -www.etudes-francaises.net/dico/- “l’e-book est la version numérisée d’un livre, lisible sur un ordinateur, sur un PDA (Personal Digital Assistant) ou sur un appareil de lecture dédié. La lecture d’un e-book sous copyright nécessite un logiciel de lecture téléchargeable gratuitement, par exemple l’Adobe Reader, le Microsoft Reader, le Mobipocket Reader ou le Palm Reader. Un e-book du domaine public utilise les formats texte, HTML (HyperText Markup Language) et XML (eXtensible Markup Language), lisibles sur toute machine et toute plateforme. L’e-book est appelé aussi, de manière plus littéraire, livre numérique ou livre électronique. On comprendra bien le modéle de mes oeuvres en format e-book sous la notion suivante de littérature numérique : “Apparue avec le développement de l’internet, du web et des technologies numériques, la littérature numérique regroupe divers genres: site d’écriture hypermédia, roman multimédia, hyper-roman, nouvelle hypertexte, feuilleton hypermédia, et ,notamment, le mail-roman, etc”. Le mail-roman est créé au fur et à mesure par l’auteur et envoyé par courrier électronique à une liste de diffusion selon une périodicité déterminée. L’auteur peut prendre en compte les réactions et suggestions des lecteurs pour écrire la suite de l’histoire. Le premier mail-roman francophone est Rien n’est sans dire, de Jean-Pierre Balpe, paru pendant cent jours consécutifs au cours de l’été 2001. (Dictionnaire du NEF http://www.etudes-francaises.net/dico/)". ……………………………………………………………………………………. ……………………………………………………………………………..

5 de setembro de 2006

Obras e Projeto de Jacob (J.) Lumier: Utilizando as Listas de Difusão por e-mail na Produção Intelectual.

 

DESCRIÇÃO DA PRIMEIRA POSTAGEM

 

Sobre a Produção Leituras do Século XX.

http://www.leiturasjlumierautor.pro.br

 

 

PRIMEIRA PARTE

 

 

 Categorias: produção cultural, ensino a distância.

 

Palavras-chave: experimentação, comunicação social.

 

OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER…

PRIMEIRA POSTAGEM:

Utilizando as Listas de Distribuição por e-mail

 na produção intelectual.

 

 

 

VER NESTA PRIMEIRA POSTAGEM:

TEXTO DE FUNDAMENTAÇÃO DO GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA

 

 

 

 

 

T E X T O

"A MONOGRAFIA

 COMO FORMA DE COMUNICAÇÃO

 E

 TRABALHO CIENTÍFICO":

Comentário

 Sobre a especificidade da arte de compor uma monografia, como forma racional de comunicação da pesquisa em disciplina científica, utilizada nas instituições do ensino superior.

***

Pontos de embasamento para o Grupo Oficina da Monografia

 como grupo tipo fórum na Internet (lista de distribuição por e-mail) atualmente promovido pelo autor no site da Google-groups seguinte:

http://groups.google.com/group/Oficina-da-Monografia

 

por

Jacob (J.) Lumier

sociólogo

Membro da ISOC

Rio de Janeiro 2006

 

ABSTRACT:

A monografia é trabalho científico na medida em que compreende descoberta e verificação/justificação, mas é igualmente forma racional de comunicação comportando, por isso, por esse enlace de experimentação e comunicação, uma diferença específica apreendida como arte de compor a que se ligam profundas implicações decorrentes da condição de publicidade do trabalho científico que devem ser levadas em conta sempre que se trata da difusão do conhecimento.

 

***
Primeiro Ponto

                       O estudioso que tenha lido os ensaios de Ralf Dahrendorf nos anos 70/80 (“Ensaios de Teoria da Sociedade”, Zahar, Rio) terá com certeza, notado as profundas implicações da condição de publicidade do trabalho científico  sobre o conhecimento.  Terá visto que grande parte dos mal-entendidos a respeito de certas obras ou teorias científicas tem muito a ver com o fato de sua exposição a todos os tipos de públicos, muitas vezes composto não só de leigos, mas de gente alheia à formação nas ciências humanas.

Se a condição de publicidade é inerente ou não ao modo de produção científico ou se esta questão deve ou não ser restringida aos estudiosos é um tema que extrapola o domínio do pensamento científico para lançar-se no âmbito da comunicação social, já que a obra impressa e, depois do advento da Internet, o livro eletrônico (“e-book”) é um produto cultural do qual

a atividade científica não saberia distanciar-se.

Segundo Ponto

O trabalho científico se realiza como documento escrito e comunicado: tal é a verdade que não pode ser disfarçada. Ao ser comunicado, toma impreterivelmente na Monografia uma forma racional de composição que lhe é própria, enlaçando experimentação e comunicação, sobre a qual se confeccionaram historicamente as Revistas de Artigos e os Livros por esse enlace reconhecidos como publicações científicas. Há, portanto, dois momentos no desempenho da prática científica: o trabalho científico propriamente dito, de que se ocupa a Epistemologia; e a comunicação da pesquisa, que a Metodologia, como disciplina filosófica geral, busca incorporar de modo aplicado como Metodologia da Pesquisa ou Metodologia Científica. Cultiva-se em modo recorrente a expectativa de que é pelo estudo dessa metodologia aplicada que a formação do pesquisador-autor-iniciante pode chegar a bom termo e efetuar a passagem do nível epistemológico para o nível da

comunicação. 

Terceiro Ponto

                                               Todavia, com a honrosa exceção de Ralf Dahrendorf, como mencionado, é raro encontrar quem atribua relevância específica ao nível da comunicação no desempenho da prática científica, sendo admitido que a composição da Monografia resultará quase de modo automático  mediante a observância de certas técnicas de preparação do relato da pesquisa, cujo material produzido com o auxílio dessas técnicas deverá ser processado na elaboração do pesquisador, como autor de tal composição, largado este, porém, ao seu suposto desejado talento individual para fazê-lo, haja vista o branco a respeito de elaboração e composição que predomina na disciplina de Metodologia da Pesquisa.

Quarto Ponto

            Ora, como é sabido, nos países de não muita tradição literária é grande o número de candidatos na pós-graduação que não apresentam a Monografia, já bastante reduzida quanto à sua extensão exigida, tendo eles cursado não só as disciplinas conexas à sua disciplina principal, mas a Metodologia da Pesquisa ou Metodologia Científica. Não que seja equivocada aquela percepção de que o nível da comunicação é desprovido de especificidade do ponto de vista da realização do trabalho científico, mas, sim, que o nível da comunicação escapa aos critérios estritamente circunscritos a esse ponto de vista. Aliás, a Metodologia da Pesquisa por si só, como disciplina científica orientada para o problema da preparação da monografia, não tem a "obrigação" de ensinar sobre o nível da comunicação social, nem porque compreender a pessoa encarregada de preparar a monografia como um autor, como um pesquisador-autor iniciante neste ofício.

Quinto Ponto

                                   Há, pois uma lacuna na oferta dos subsídios e das ferramentas necessárias ao bom desempenho do pesquisador ao ser colocado na contingência de elaborar como autor a sua monografia. E não se trata só de subsídios a serem ofertados por uma disciplina científica num ambiente de sala de aula, mas, sobretudo trata-se de procedimentos composicionais a serem ofertados ou exercidos no ambiente aplicado de uma oficina, como instância de praticidade da produção cultural, haja vista que o nível da comunicação é conexo à atividade artística, sendo este o caso da composição literária da Monografia como forma racional enlaçando experimentação e comunicação. 

***

COORDENADAS DO GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA-G.O.M.

 

1.      O GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA põe em prática atividades concebidas em complementação à disciplina de

 Metodologia da Pesquisa ou Metodologia Científica;

                                               É um espaço aberto de reflexão e aplicação dos conhecimentos metodológicos onde cada um, como pesquisador e sobretudo autor de sua própria comunicação acadêmica, pode apreciar e comentar  livremente as experiências mútuas de composição e solucionar as suas dificuldades  na preparação,  elaboração e composição da sua monografia, sob orientação;

                                               Tendo em vista o imperativo de estabelecer e cumprir um roteiro de anotações “protocolares” capaz de atender e adaptar o plano de preparação da monografia (supostamente) proposto na disciplina de Metodologia da Pesquisa, o OFICINA DA MONOGRAFIA é concebido para atender à demanda em assistir a cada pesquisador-autor-iniciante nos

 seguintes aspectos:

§         – no seu esforço individual de aproveitar, nos quadros conceituais de sua disciplina principal, os seus levantamentos de dados;

§         – bem como assistí-lo no seu esforço de apreciar, comparar e comentar, em modo compreensivo, suas leituras dos textos da sua bibliografia específica,

 já selecionada ou em vias de  seleção.

***

 

2.      O GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA favorece

 as seguintes demandas:

§         Permite ao pesquisador-autor-iniciante aplicar-se nos procedimentos de observação e registro, diferenciá-los em níveis ou em etapas no curso da elaboração do texto e composição da sua monografia, como forma de comunicação da pesquisa;

§         Permite ao autor-orientador Jacob (J.) Lumier, mediante entrevistas de orientação assistir a cada pesquisador-autor-iniciante em suas ponderações e demandas metodológicas individuais, sem esquecer que a monografia se faz por auto-aprendizagem;

§         Especialmente ao pesquisador-autor-iniciante que já reconhece operativamente a mirada da sua disciplina e, desse modo, dispensa a necessidade de ser assistido individualmente, o OFICINA DA MONOGRAFIA lhe faculta o ambiente propício à troca de experiências e, com isso, lhe dá maior oportunidade de prosperar em sua capacidade de propor correlações pertinentes e tirar inferências das leituras da bibliografia e das suas próprias anotações dessas leituras.

                                                           O pesquisador-autor-iniciante que quiser uma orientação mais individual, tipo “aula particular”, junto ao nosso GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA – G.O.M., além de seu endereço de correio eletrônico (e-mail), deverá dispor de seu próprio contato de Messenger e utilizar um Blog com endereço restrito, não público, exclusivo seu, para registrar suas anotações e as entrevistas de orientação e estudo com o autor-orientador Jacob (J.) Lumier, – sem prejuízo das mensagens e trocas de experiência utilizando a página google do grupo, onde cada um deixará registrado e atualizará o assunto e a disciplina de sua pesquisa, para favorecer os interesses comuns.

OBS.  

Note-se que a fórmula da minha orientação é uma aplicação do meu método como autor de ensaios, seguinte:

·         Escrevo minhas obras orientado pela compreensão de que um ensaio se diferencia de um tratado nos seguintes termos:

            "Escribe ensaysticamente el que compone experimentando, el que vuelve y revuelve, interroga, palpa, examina, atraviesa su objeto con la reflexión, el que parte hacia él desde diversas vertientes y reúne en su mirada espiritual todo lo que ve y da palabra todo lo que el objeto permite ver bajo las condiciones aceptadas y puestas al escribir." (…) "El ensayo es la forma de la categoría crítica de nuestro espíritu. Pues el que critica tiene necesariamente que experimentar, tiene que establecer condiciones bajo las cuales se hace de nuevo visible un objeto en forma diversa que en un autor dado; y, ante todo, hay que poner a prueba, ensayar la ilusoriedad y caducidad del objeto; éste es precisamente el sentido de la ligera variación a que el critico somete el objeto criticado". (Cf. Max BENSE: "Ubre den Essay und seine Prosa", apud Theodor W. ADORNO: "Notas de Literatura", trad. Manuel Sacristán, Barcelona, Ed. Ariel, 1962, pp. 28 e 30).

          Em duas palavras, o autor de ensaios dedica-se a cultivar sobretudo uma atitude experimental, sendo esta atitude que o torna privilegiado para atuar como orientador em uma OFICINA DA MONOGRAFIA.

          As adesões ao OFICINA DA MONOGRAFIA estão sendo feitas diretamente ao site do grupo no endereço (url) já mencionado,

 seguinte:

http://groups.google.com/group/Oficina-da-Monografia?lnk=gschg&hl=en

***

 Sobre o         GRUPO OFICINA DA MONOGRAFIA- G.O.M.

A pauta básica da troca de informações e debates em nossa Oficina intitula-se "DICAS SOBRE A ELABORAÇÃO DE MONAGRAFIA E OS ARTIGOS ACADÊMICOS”. Esta Pauta produz um “DOC. CIRCULAR da OFICINA DA MONOGRAFIA”, que será enviado a todos os participantes -associados e convidados- uma vez a cada quatro meses,sendo atualmente mais de cinqüenta e-mails (vinte e um membros inscritos e os demais convidados, sendo nosso G.O.M. restrito ou "não-público, acesso somente mediante e-mail".).

1.      O material desse DOC CIRCULAR está classificado em

duas pastas, seguintes:

§         Na pasta DICAS, são agrupados as indicações de endereços para pesquisa na Internet, as respostas às mensagens postadas selecionadas e outras informações de interesse;

§         Na pasta ARTIGOS ACADÊMICOS, são agrupados os diversos textos referidos nas mensagens postadas, sejam textos de autoria dos membros do grupo ou para nossa pesquisa, tais como resumos, informes, comentários, notas de leitura, planos de elaboração, estudos, ensaios, artigos, monografias.

2.      No futuro, poderemos montar um outro website com aproveitamento do material reunido nesse “DOC. CIRCULAR”; tirar um número de ISBN * produzir um e – book coletivo ou até editá-lo junto a uma biblioteca virtual ou a uma distribuidora, para servir aos universitários e autores interessados em Metodologia da Pesquisa (ou Metodologia Científica, ou Metodologia do Trabalho Científico).

 OBS – Final:

Dizemos no Convite inicial que o assunto das mensagens do nosso grupo é restrito e limitado à disciplina da Metodologia Científica, sobretudo à nossa experiência na arte de compor a monografia como forma de expressão e trabalho científico enlaçando experimentação e comunicação social. Portanto, não só os pesquisadores-autores-iniciantes estão contemplados em nossa OFICINA DA MONOGRAFIA, mas as pessoas que já fizeram a pós-graduação ou já apresentaram a monografia estão igualmente suscitadas para se inscreverem em nosso grupo e aportar seus textos e suas experiências para o debate e para enriquecer o nosso “DOC.CIRCULAR”.

Da mesma maneira, poderão se inscrever para enriquecer o nosso “DOC.CIRCULAR” com as suas observações, as pessoas que não fizeram uma monografia, mas que lêem e se interessam pelo assunto e gostariam de participar na produção de um e-book coletivo.

 

Categorias google do nosso G.O.M.:

Ciência e tecnologia > Filosofia

Sociedade > Cultura

Escolas e universidades > Faculdades e universidades

 

  RESPONDER ao seguinte e-mail:

<leiturasjlumierautor@leiturasjlumierautor.pro.br>

 

***


* O ISBN – International Standard Book Number – é um sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros segundo o título, autor, país, editora, individualizando-os inclusive por edição A Agência Brasileira , com a função de atribuir o número de identificação aos livros editados no país, é, desde 1978, a Fundação Biblioteca Nacional. O fundamento do sistema é identificar um livro e sua edicão. Uma vez fixada a identificação, ela só se aplica àquelas obra e edição, não se repetindo jamais em outra. A versatilidade deste sistema de registro facilita a sua circulação e comercialização; facilita a interconexão de arquivos e a recuperação e transmissão de dados em sistemas automatizados, razão pela qual é adotado internacionalmente. O ISBN simplifica a busca e a atualização bibliográfica, concorrendo para a integração cultural entre os povos.

 

5 de setembro de 2006

Obras e Projeto de Jacob (J.) Lumier: Utilizando a Tecnologia da Informação na Produção Intelectual II.

 

DESCRIÇÃO DA SEGUNDA POSTAGEM

 

Sobre a Produção Leituras do Século XX.

http://www.leiturasjlumierautor.pro.br

 Segunda Parte.

 

 Categorias: e-book monográfico (concebendo e projetando).

Palavras-chave: literatura digital.

 

OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER…

SEGUNDA POSTAGEM

Utilizando a tecnologia da informação na produção intelectual II.

 

 

VER NESTA SEGUNDA POSTAGEM:

Aspectos do projeto de J.Lumier e de sua atividade na Internet como produtor dos seus e-books.

 

 

 


           ALGUNS ASPECTOS DO PROJETO de J.LUMIER

 EM FAVOR DO AUTOR/PRODUTOR INDIVIDUAL

E DE SEU LIVRO ELETRÔNICO

PODEM SER VISTOS NO SEGUINTE TEXTO,

ESCRITO EM SETEMBRO DE 2005 E INTITULADO:

  LINHAS PARA UMA PRODUÇÃO CULTURAL EM

MÍDIA ELETRÔNICA:

REFERÊNCIAS, ORIENTAÇÕES E PROPOSIÇÕES BÁSICAS PARA A UTILIZAÇÃO DA INTERNET EM VISTA DE REVALORIZAR A IMAGEM DO E-BOOK UNIVERSITÁRIO E SUA PUBLICIDADE. EXPERIÊNCIA E CONHECIMENTO ADQUIRIDO JUNTO AO WEBSITE http://www.leituras-jlumierautor.pro.br ..

·                   "Do ponto de vista da cultura literária e da oferta do e-book universitário, a internet é utilizada como circulação de idéias e comunicação por e-mail. Isto significa, em primeiro lugar, o seguinte: Item §1. que a produção cultural em pauta deve ser integrada nos âmbitos específicos da comunicação do trabalho intelectual e literário. No caso, deve ser integrada, de início, no público alvo dos projetos culturais fomentadores de que, na situação brasileira, nos fala a Lei nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991, conhecida por “Lei Rouanet”, em seu Art.3º, itens I– a) e I– b), bem como no item II, subitem b). Item §2· Essa produção deverá, então, proporcionar formação artística e cultural bem como atender às exigências do fomento à própria produção cultural e artística, em particular à necessidade de divulgação de obras intelectuais relativas às ciências humanas, às letras e às artes, no caso contemplado, divulgação dos escritos digitais nessas áreas; Item §3. Essa produção deverá, igualmente, ser integrada no serviço da Lei nº. 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998, conhecida por Nova Lei do Direito Autoral, a qual reconhece que “publicação” é oferecimento da obra literária ao conhecimento do público, com o consentimento do autor, por qualquer forma ou processo (inclusive por internet), e no da Convenção Universal sobre Direito de Autor, revista em Paris a 24 de Julho de 1971. #####- Portanto, no que concerne à oferta e distribuição de obras intelectuais e literárias, uma produção cultural em Internet para o e-book universitário (“P.E.B.U”) : deverá levar em conta que se faz entre usuários de um sistema que permite ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para percebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda sendo que o usuário paga pelo acesso à obra ou produção nesse sistema; e , no caso contemplado, deverá realizar-se como comunicação sobretudo por correio eletrônico (e-mail), sem prejuízo da sua expressão com acesso aberto em website, do qual essas obras deverão ser o prolongamento para possibilitar a interação entre o autor e seus leitores. ##### – Em segundo lugar, Item §1. a integração da Produção do e-book universitário (“P.E.B.U.”), comporta um nível funcional mais diretamente ancorado nos recursos econômicos. Isso quer dizer que a “P.E.B.U.” deve operar conhecimentos reconhecidos em classificação internacional, seguintes: a. sobre a gestão de arquivos individuais de computador para negócios sobre os direitos do autor/escritor/produtor; compreendendo, notadamente, os arquivos digitais de obras intelectuais e literárias para a formação na auto-aprendizagem (portanto com interesse para a educação a distância, “EAD”), e b. sobre os negócios de anúncios centrados na oferta do livro eletrônico. Item §2. a integração da Produção do e-book universitário (“P.E.B.U.”) comporta conhecimentos relativos à concepção e à montagem/automatização de um website, que, por sua vez: a. desenvolvam um esquema operativo na Internet para a valorização econômica, a promoção e o recebimento diretamente pelo autor, dos seus direitos autorais sobre os arquivos de folhas editadas de texto das suas obras intelectuais, através de E-mail exclusivo do autor; b. viabilizem o agrupamento de vários produtos (excluindo-se o transporte destes) permitindo ao consumidor ver e comprar, com comodidade, tais produtos; c. compreendam registro, transcrição, composição, compilação ou a sistematização de comunicações escritas e de registros. ##### – Em terceiro lugar, a integração da produção do e-book universitário “P.E.B.U.” comporta um nível de produto cultural propriamente dito, devendo atender a certas qualidades apreendidas na leitura do livro sem volume, isto é, da obra ou texto digital, que se combinam ao trabalho científico, imprimindo uma configuração peculiar, personalizada e interativa à comunicação intelectual como virtualidade real (Castells). A Produção do e-book universitário como um arquivo digital interligado na Internet constitui, à semelhança desta última, um campo para "navegar". A construção da imagem do e-book universitário se faz, finalmente, como projeção dessa característica de campo hyperlink, de tal sorte que não somente a verificação da integridade do texto original do autor se torna viável com as obras sendo formatadas em títulos numerados, mas o conteúdo é melhor manuseado e aproveitado com a utilização dos hyperlinks, sendo o sumário, as notas complementares, os índices remissivo e analítico, todos, eletronicamente operados". ……………………………………………………………………………………. ………………………………………… …………………………………………. …. ………………………………………………………………………………… 

##### Autor de produção cultural na internet, com público alvo específico, e titular do “domínio ponto br” leiturasjlumierautor.pro.br, JACOB (J.) LUMIER realiza, desde os anos noventa, uma atividade intelectual e literária que promove a auto-aprendizagem, favorece a educação a distância (EAD) e é voltada para a formação nas ciências humanas,desembocando na páginaweb (home page) produção leituras do século xx-PLS (cf.http://www.leiturasjlumierautor.pro.br) e, dentre outros serviços e produtos que lhes são intermédios, finalizando, igualmente, nos livros eletrônicos universitários ali apresentados e ofertados como produtos culturais nos termos seguintes:  livro eletrônico, pasta compactada (zip) enviada por e-mail, e-book universitário, verificação na integra do texto do autor, obras formatadas em títulos numerados, interligadas ao mencionado "Website produção leituras do século XX -PLSV  Literatura Digital",  http://www.leiturasjlumierautor.pro.br, exemplares em Português diretamente ao e-mail exclusivo do autor J.Lumier: mailto:leiturasjlumierautor@leiturasjlumierautor.pro.br; o E-BOOK UNIVERSITÁRIO é descrito, por sua vez, nos seguintes termos: ensaios : filosofia – sociologia, estudos sobre pensadores, padrão de monografia, índices eletrônicos, bibliografia específica comentada, sumário e notas complementares com hyperlink no próprio doc., cronologia, obras registradas e protegidas na lei do direito autoral. #####- São as seguintes as OBRAS CONCLUÍDAS, EDITADAS E FORMATADAS COMO E-BOOKS UNIVERSITÁRIOS em 2005 (acolhidas como artigos sobre filosofia junto à Fundación Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes): #####-Obra 01: "A CRÍTICA DUALISTA NA LEITURA DE HEGEL: UMA REFLEXÃO A PARTIR DE A.KOJÉVÈ.doc", 109págs., e-book, (515kb. zip),2005, com bibliografia e índices remissivo e analítico eletrônicos. #####-Obra 02: "ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO: REFLEXÃO EM TORNO ÀS ANÁLISES SOCIOLÓGICAS DE GEORGES GURVITCH .doc.", 548fls, e-book, (897kb. zip), 2005, com bibliografia e índices remissivo e analítico eletrônicos.

##### O programa que está sendo desenvolvido prevê o seguinte:

OBRAS CONCLUÍDAS: – Obra 03: "ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DA LITERATURA – I: PROUST: UMA ABORDAGEM INSPIRADA EM SAMUEL BECKETT"; ##### – Obra 04: "ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DA LITERATURA – II: PRIMEIRA PARTE: A CRÍTICA DA CULTURA DE T.W. ADORNO; A FILOSOFIA LITERÁRIA DE ERNST BLOCH; LEITURA DA MONTANHA MÁGICA, de THOMAS MANN"; ##### –  OBRAS EM ELABORAÇÃO AVANÇADA: ##### – Obra 05: "OS MODELOS DE INTERPRETAÇÃO NOS ESTUDOS PASCALIANOS"; ##### – Obra 06: "ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DA CULTURA : NO HORIZONTE DA FILOSOFIA DA RENASCENÇA DE JACOB BUCKHARDT"; #####- – OBRA EM ELABORAÇÃO INICIAL: ##### – Obra 07: "ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DA LITERATURA- II- SEGUNDA PARTE: LEITURA DO ULISSES, de JAMES JOYCE"; ##### –  OBRA EM PREPARAÇÃO: ##### – Obra 08: "ASPECTOS DE SOCIOLOGIA E PSIQUIATRIA (com aproveitamento de ELIAS CANNETTI)"; #####-J.LUMIER é também o autor do recente artigoTÓPICOS PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (relações entre tecnologias da informação e sociedades)” -pdf- publicado em "Sala de Lectura CTS+I; sección Sociedade de Información", da Organización de Estados Iberoamericanos para la Educación, la Ciencia y la Cultura-OEI, "http://www.campus-oei.org/salactsi/"datada em 09 de Janeiro 2006. ##### – Atualmente J.Lumier está propondo, como atividade franqueada, uma produção definida como OFICINA DA MONOGRAFIA, cuja concepção e coordenadas como grupo-fórum na Internet podem ser apreciadas aqui, neste Blog.

#####- E-MAIL EXCLUSIVO DO AUTOR J.LUMIER PARA DEMANDAR SUAS OBRAS E SABER MAIS SOBRE SEUS PROJETOS:

 leiturasjlumierautor@leiturasjlumierautor.pro.br

5 de setembro de 2006

Obras e Projeto de Jacob (J.) Lumier: Abordando a Filosofia à luz da Comunicação Social I.

 

DESCRIÇÃO DA TERCEIRA POSTAGEM

 

Sobre a Produção Leituras do Século XX

http://www.leiturasjlumierautor.pro.br

 – Terceira Parte

 

 Categorias: formação (nas ciências humanas); e-book monográfico,

 Bibliografia; pensadores.

Palavras-chave: mito; Gestalt; fenomenologia.

 

OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER…

TERCEIRA POSTAGEM:

Abordando a filosofia à luz da comunicação social I.

[copiar este título com o hyperlink permanente desta entrada na primeira postagem onde haverá uma relação das postagens deste blog.]

 

 

VER NESTA TERCEIRA POSTAGEM:

· O SUMÁRIO DOS ESCRITOS APRESENTADOS

NAS ENTRADAS DESTE BLOG;

· A SEQUÊNCIA INICIAL DA OBRA 01 INTITULADA: "A CRÍTICA DUALISTA NA LEITURA DE HEGEL: UMA REFLEXÃO A PARTIR DE A KOJÉVÈ.doc"

 

 

 

 

 

 

NESTE BLOG SÃO APRESENTADOS NESTA E NAS PRÓXIMAS ENTRADAS ALGUNS TEXTOS PARA QUE SE TENHA UMA IDÉIA SOBRE O CONTEÚDO DAS OBRAS DE J.LUMIER, SEGUINTES:

·                   #####- (1º): AS SEQUÊNCIAS INICIAIS

·                   #####-(1º.1)-DA OBRA 01 INTITULADA: "A CRÍTICA DUALISTA NA LEITURA DE HEGEL: UMA REFLEXÃO A PARTIR DE A.KOJÉVÈ.doc"118 págs., e-book, (515kb. zip),2005, com bibliografia e índices remissivo e analítico eletrônicos.;

·                   #####-(1º.2)-A SEQUÊNCIA INICIAL DA OBRA 02 INTITULADA: "ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO: REFLEXÃO EM TORNO ÀS ANÁLISES SOCIOLÓGICAS DE GEORGES GURVITCH.doc", 548fls, e-book, (897kb. zip), 2005, com bibliografia e índices remissivo e analítico eletrônicos ;

·                   #####  OBS.AMBAS AS OBRAS SEGUIDAS DOS RESPECTIVOS PREFÁCIOS, SUMÁRIOS, ÍNDICES E DAS RESPECTIVAS BIBLIOGRAFIAS E CRONOLOGIAS;

·                   #####- (2º): OS TEXTOS DOS ARTIGOS DE J.LUMIER, SEGUINTES:

·                   #####-(2º.1)- TEXTO DO RECENTE ARTIGO PUBLICADO DE J.LUMIER INTITULADO “TÓPICOS PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (RELAÇÕES ENTRE TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E SOCIEDADES)” -pdf- publicado em da Organización de Estados Iberoamericanos para la Educación, la Ciencia y la Cultura-OEI, http://www.campus-oei.org/salactsi/, datado em 09 de Janeiro 2006.

·                   #####-(2º.2)- TEXTO DO ARTIGO DE CULTURA DE J.LUMIER DATADO EM 1992 INTITULADO DEMOCRACIA E SOBERANIA SOCIAL: UMA REFLEXÃO A PARTIR DA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS SOCIAIS.

·                   #####- (3º): – TEXTO DE COMENTÁRIO DE J.LUMIER PROPONDO UMA OFICINA DA MONOGRAFIA COMO GRUPO TIPO FÓRUM NA INTERNET (LISTA INTERATIVA): "A MONOGRAFIA COMO FORMA DE COMUNICAÇÃO E TRABALHO CIENTÍFICO: (A) Comentário sobre a especificidade da arte de compor uma monografia, como forma racional de comunicação da pesquisa em disciplina científica, utilizada nas instituições do ensino superior.DOC" (04.01.2006) Por JACOB (J.) LUMIER…

 

 

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   (1º1) -LER A SEGUIR NESTA TERCEIRA POSTAGEM

O TEXTO DA SEQUÊNCIA INICIAL DA

OBRA 01

 (em versão antiga de 2005, só adquirível por e-mail ao autor)

INTITULADA:

 "A CRÍTICA DUALISTA NA LEITURA DE HEGEL:

 UMA REFLEXÃO A PARTIR DE A KOJÉVÈ.doc",

 e-book universitário, por J.Lumier

· incluindo os seguintes tópicos:

· SUMÁRIO; PREFÁCIO;

[a versão atualizada deste ensaio está disponível para compra/download no website <http://www.leiturasjlumierautor.pro.br>]

 

##### – Dados sobre o arquivo desta obra como produto:

 estatísticas: Número de folhas editadas: 109 (com os campos dos índices); número de palavras: 33.218; número de parágrafos: 550; número de linhas: 3.880; configuração das páginas: (1) Tamanho do papel em formato Retrato: Largura=21 cm, Altura=29,7cm; (2) Margens: Superior e inferior= 2,5cm, Esquerda=4,76cm, Direita=2,27cm; (3) Fonte= Arial 12; (4) Parágrafo= entre linhas simples; estilo: lista numerada com recuos.

· Disciplinas de interesse nesta obra: 1º) antropologia filosófica; 2º) história da filosofia moderna e contemporânea; 3º) filosofia religiosa.

· Indicações para ficha catalográfica: Lumier, Jacob (J.): Internet, e-book “A Crítica Dualista na Leitura de Hegel: Uma reflexão a partir de A. Kojévè. Doc.”, 118 págs., 2005, com bibliografia e índices eletrônicos;

 Através de leiturasjlumierautor@leiturasjlumierautor.pro.br….1.Filosofia – análise e interpretação I. Título…

 

 

· SUMÁRIO

· ….Prefácio – pág.nº.V; …..Primeira Parte: Sob a teoria da Gestalt – pág. nº.1 / Título nº1; …..Segunda Parte: A Fenomenologia do Mitopág. nº. 63 / Título nº112; …..Notas Complementares- pág. nº. 85 / Título nº192; …..Lista das Referências Bibliográficas – pág. nº. 102 / Título nº234; …..Cronologia – pág. nº. 107 / Título nº235; …..Sobre o Autor – pág.nº. 109 / Título nº236; …..Índice Analítico – pág.nº. 110 / Título nº237; …..Índice Remissivo – pág.nº. 115/ Título nº238.

 

· PREFÁCIO:

·  § "Esta minha obra, concluída em 2001, pode ser lida como uma reflexão integrada no ‘novo’ impulso dos estudos sobre Hegel no século XX. Como se sabe, a “Phenomenologie de l’Esprit” (título da edição francesa pesquisada da “Phenomenologie des Geistes”) veio a ser considerada a peça mestra e sempre fecunda de uma renovação estimulada a repensar HEGEL em função de KIERKEGAARD, da qual os cursos de Alexandre Kojévè nos anos de 1930 são tidos como a principal referência, sendo exatamente essa renovação que busquei neste ensaio. Nas folhas que seguem, se encontrará, mais do que um exercício, uma aplicação do princípio de circularidade da reflexão filosófica em HEGEL, tal como desenvolvido por Kojévè, em vista de esclarecer sobre os quadros conceituais do pensamento religioso, como ‘quadros vagos’, levando à produção da teoria da “Gestalt”, do conceito de Mito e à exposição das suas configurações. No interesse dos “Estudos Hegelianos”,meus comentários limitam-se aos aspectos dualistas da interpretação do ‘Capítulo VII’ da “Phenomenologie de l’Esprit”, apreciando o tema da ‘antropologização’ e abordando o problema da supressão e da recuperação da oposição da filosofia e da teologia". …………………………………………………………………………………………. … …………………………….. ……………………………

 

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· LER A SEGUIR

·  O TEXTO DA SEQUÊNCIA INICIAL DA OBRA 01

 EXTRAÍDO DA PRIMEIRA PARTE

INTITULADO:

SOB A TEORIA DA GESTALT” 

 §- 1. Há quem diga que Hegel é sempre atual como se o pensamento dialético que dele verte tivesse ainda esse vigor pretendido. É o otimismo à maneira de Ernst Bloch. Sem entrar no mérito, a distância a nos separar – Hegel é um pensador místico racional do prolongamento do século XVIII, o "século das luzes" – não é menos considerável. Muita coisa aconteceu em profundidade nesse ínterim, com notados prejuízos para a crítica histórica, inclusive e sobretudo para essa dialética de tipo ascendente-descendente da vertente hegeliana, tão questionada por Marx . Em alguns dos mais abalizados intérpretes dialéticos de Hegel vemos a preocupação de uns para justificá-lo e de outros nem tanto: é a dualidade da qual não escapa quem se atreve na leitura de sua obra. §-2. Sem dúvida a dualidade não terá sido a menor experiência dos discípulos agrupados na então influente "Escola Hegeliana", tanto que a história gravou a divisão da mesma em duas alas — direita e esquerda— e o fez não para desmentir a circunstância ensejadora de que se podia — e à época se podia – interpretar a filosofia hegeliana da religião de maneiras muito diversas. Aliás, se a divisão teve origem nesse plano, ela se projetou mais tarde também no plano político, sendo hoje admitido todavia a relativa incongruência entre os grupos, deixando a desejar a correspondência das posições respectivas num e noutro plano, com a ocorrência de uma posição de centro indicando isso. Para a ala esquerda – que congregava aqueles que ficariam conhecidos como os jovens hegelianos: D. F. Strauss, Bruno Bauer e notadamente Ludwig Feuerbach, o mais "secular" dentre eles – importava a crítica do dogmatismo religioso em Hegel e a orientação para a antropologia, como explicação necessária da teologia, de tal sorte que, ao valorizarem o tema da mediação hegeliana entre o divino e o humano, não restava grande coisa para o divino. Por sua vez, os antigos hegelianos – o grupo de antigos amigos e discípulos mais próximos do mestre – desejavam preservar as idéias de Hegel da reconciliação de filosofia e religião e, acreditando que o sistema de Hegel era o definitivo, limitavam-se a escrever a história da filosofia. §-3. Não que a ocorrência de diversas interpretações invalide a unidade da obra de Hegel. Como nota Bloch, a mesma fórmula o mesmo "conhece-te tu mesmo" é recorrente em cada um dos degraus da “Fenomenologia do Espírito”. §-4. Quer dizer, cada um dos múltiplos conjuntos estruturais dialéticos que para Hegel constitui a relação sujeito-objeto é pleno do princípio de que “o todo é por todos os lados” (omnia ubique) de tal sorte que o efeito de espelho daí decorrente faz com que cada parte não cesse de refletir o todo, garantindo assim a unidade da obra em sua diversidade dialética. A forma que o espírito tem do seu saber, como o movimento em espiral que se trata de fazer ressaltar, é o trabalho que o espírito completa como história efetiva – o que é concebido e o que advém formam um em Hegel. Portanto, a leitura – a mirada – deve enfocar sempre o existente, que não cessa de se dividir, de se recompor e se dividir novamente. E o existente é o espírito em marcha, que se reconhece, vem a ser para si se assemelha com si mesmo. §-5. Nada obstante a dualidade parece retornar. O enfoque pela história mostra um Hegel que não é bem o mesmo encontrado no enfoque pelo saber. Quer dizer, temos o Hegel pensador da “Restauração” e o Hegel fenomenólogo §-6. O primeiro tido como o do "realismo", é aquele que abandona o legado do iluminismo a precedência do Entendimento (abstrato) sobre a Razão. Todavia, mantendo sua recusa do “particular–contingente – fútil”, do que é exterior no "eu", incluindo as superstições e as crenças não justificadas perante a razão, este Hegel não deixa de ser fiel ao prometeísmo do século XVIII, apesar de repelir o individualismo e a maneira não-histórica de pensar por arrazoamentos (01). Nada obstante, é este Hegel que concebe a razão como rica em conteúdo e concreta, não-exterior ao curso do mundo, levando-a a uma identificação com o que a tradição comporta de real. Não se pense, porém, que este Hegel da Restauração, identificado à vitória das antigas forças históricas sobre os jacobinos de 1793, é um romântico e que ao identificar a razão ao real se torne um cultor sentimentalista de obscuridades e profundezas abissais. Ele se distingue dos reacionários de seu tempo por submeter a tradição ao teste do conceito antes de, no final das contas, justificá-la. Quer dizer, ele não se afasta da razão, ainda que seja aquela tortuosa, de molde totalista, do Estado da Restauração, que não tem escrúpulo em inviabilizar a oposição. Para ele a filosofia supõe o estabelecimento de instituições livres e começa no mundo grego. O real existente, demonstrado como verdadeiro pela razão, será sua condição para fazer o jogo da reação anti-voltaireana. §-7. Quanto ao Hegel fenomenólogo, o perfil se traça não a partir de uma recusa do particular como o que é exterior no eu, mas, antes, a partir da realidade sensível como mediação dialética, cuja fluidez leva a tornar a si mesmo o que ainda é exterior no homem e no objeto. Segundo Bloch, é preciso ter em conta que o eu, o sujeito, a “essência material presente”, ainda não recebeu o predicado que convém ao seu conteúdo não ainda plenamente enunciado, objetivado, manifesto. Quer dizer, o “eu renuncia a si na outra coisa das coisas, mas isto a fim de que as coisas cessem de ser outra coisa”. E o meio para alcançar isso é a atenção. Ou seja, a atenção como operação cognitiva da realidade sensível levando a tornar a si mesmo tudo o que ainda é exterior no homem e no objeto, contém a negação do ato de se fazer si mesmo valer e do ato de se dar si mesmo ao seu assunto – dois momentos necessários à marcha do espírito. Nota o aqui lembrado Ernst Bloch que essa operação implica uma atitude de devoção ao mundo, uma decisiva orientação para fora – traço de um objetivismo católico: no sentido de Malebranche “a atenção é a prece natural da alma”. §-8. Mas não é tudo. Hegel quer suprimir o distanciamento entre o sujeito e o objeto – captar o interior mesmo da natureza e contestar assim o agnosticismo Então a atenção implica que o Eu se imerja na coisa na mesma medida em que a coisa se imerja no eu, que ela tome carne nele. Dirá Hegel que pertence ao si penetrar e digerir a inteira riqueza de sua substância, e isto até a supressão da suprema oposição entre o eu e a coisa.

 §-9. A finalidade da operação cognitiva é assim desmentir a falsa aparência que faria do objeto alguma coisa de exterior ao espírito. Até que tudo esteja pronto para o ser- para- si do conhecimento de si. Então coincidem o eu e a coisa: “felicidade, reconciliação". Tal é, em Hegel, o conhecimento de si como vir a ser de si, isto é, do espírito humano. Pensador otimista, ou até apologista, guarda a convicção de que, para este conhecimento de si do espírito humano, tudo tem medida, tudo serve necessariamente o melhor do mundo. É um saber da consciência, e não psicologia do indivíduo, trabalhando em cada um de nós, ou trabalhando na totalidade do mundo em direção a Nós, portanto, um saber mediatizado, uma fenomenologia, história do espírito em vir a ser no seu aparecer (02). §-10. E aí entra Feuerbach: fazer com que as coisas deixem de ser outra coisa é recolocar a diferença: exige levar a doutrina do mestre até o fim; impõe chegar ao ateísmo, mas também aponta para uma espécie de humanismo religioso. §-10.0..1. Feuerbach escreve: “meu primeiro pensamento foi Deus, meu segundo a razão, meu terceiro e último, o homem”. E a “filosofia nova” , antropológica , é tida se encontrar, a respeito da filosofia racional de Hegel, na mesma proporção que esta a respeito da teologia. Hegel havia dito que no homem Deus se conhece ele mesmo; Feuerbach retorna a proposição: em seu Deus, o homem se conhece ele mesmo somente. Por conseqüência, os magníficos atributos divinos que o homem conferiu no mais além à sua própria alienação, devem ser restituídos à sua verdadeira origem: o coração humano, o amor humano, a tendência humana à perfeição. Como nota Ernst Bloch não é aí que reside a contribuição original de Feuerbach. O ponto de vista da antropologização já está em Hegel e, como veremos, constitui a chave de sua fenomenologia da religião. É claro que, às voltas com a dualidade, Hegel oscila entre o sujeito humano e o objeto divino, mas mesmo de maneira antropológico-mística dissolve o conteúdo divino na consciência humana antes que não dissolve esta em Deus, de maneira objetivo-mística (03). Feuerbach apenas apaga essa dissolução mística e prossegue com mais rigor lógico a dissolução antropológica. Ao modo encontrado na época do iluminismo, ele reduz os deuses a sombras gigantescas da ignorância, ao mesmo tempo em que os apresenta como a melhor parte do homem duplicado, até defini-los como as projeções transcendentes do conteúdo dos desejos humanos, aspirações do coração transformadas em seres efetivos. Tal sua contribuição, Feuerbach se empenhou para levar a sério a importância e a dificuldade da religião para a “filosofia nova”. Ele se contrapôs à indiferença que, a esse respeito, contaminou o ambiente após o desaparecimento de Hegel, quando se tomava por ateísmo o que não passava de omissão para com a esfera do religioso. Sua antropologização abre então uma possibilidade de reflexão sobre o problema de um legado religioso, e o ateísmo, ao invés de ser um fenômeno de rejeição, recebe um conteúdo. Foi Feuerbach quem chamou a atenção de Marx para o termo "alienação empregando-o para descrever a sujeição da humanidade à religião que ela própria criara. Enfim, essa problemática feuerbachiana dos primeiros escritos de Marx está, como se sabe, na origem da chamada “concepção materialista da história”. §-11. Portanto há que distinguir nessa problemática feuerbachiana dois aspectos da mesma ambivalência: um que aponta para a compreensão de Marx e conseqüentemente afasta de Hegel; outro que suscita a contribuição de Feuerbach, e se mantém na polêmica com Hegel. §-12. Nota Georges Gurvitch que a razão pela qual a primeira crítica da filosofia de Hegel por parte dos seus próprios adeptos tinha como alvo o compromisso que ele procurava estabelecer entre a religião e a sua filosofia deve-se a que todo o destino da dialética hegeliana, que os seus partidários ditos “de esquerda” se preparavam para aplicar à análise da sociedade que os rodeava a à sua ação política, aí estava em jogo. A dialética hegeliana, mística racional, não era um princípio, antes um fim, e representava uma reação na história da dialética, já que se liga ao emanatismo místico de Plotino guardando ademais una forma ascendente-descendente particular da mística propriamente germânica (04). Daí que, em face de o chamado dos novos caminhos, sentido pelos hegelianos “de esquerda”, a dialética desdogmatizadora de Marx se desenvolva em antagonismo à de Hegel, e Feuerbach se mantenha em polêmica com esse mesmo Hegel. Na verdade, não eram a "alienação religiosa” nem o problema do ateísmo que interessavam a Marx, mas a construção de uma nova ciência do homem e da sociedade em ato (Saint-Simon) a que Gurvitch chama sociologia. A alienação é um termo que tem ascendência no humanismo prometeico comum à maior parte dos filósofos do século XVIII e que Marx, influenciado por Feuerbach, foi buscar na “Fenomenologia do Espírito”, dando-lhe porém vários sentidos sociológicos que ele nunca tivera em Hegel nem em Feuerbach. Em Hegel, é primeiro que tudo Deus, em seguida as suas emanações, o Espírito e a Consciência que se alienam (Entfremden sich) no mundo, para o reconduzir a Deus e à sua eternidade vivente. Para Marx, a alienação é medida da autonomia do social (Verselbständigung), exteriorização do social (Verausserung) e perda da realidade (Entwirklichung), como graus de cristalização da realidade social que podem entrar em conflito com os elementos espontâneos desta, levando-a a tornar-se vítima de ideologias falazes e tendo por resultado a dominação e a sujeição, que ameaçam as coletividades tanto quanto os indivíduos. §-13. Seja como for, a problemática feuerbachiana lança uma luz produtiva sobre a leitura da “Fenomenologia do Espírito”, de Hegel, notando a abertura da razão totalista no sentido humanizador. §-14. A atitude a respeito dos deuses compreendida nessa problemática feuerbachiana como atitude neo-hegeliana, ou de um neo-hegeliano, tratando-os como sombras gigantescas da ignorância e como projeções no mais-além afastando a humanidade de si mesma, chama a atenção para a aplicação em Hegel, como teoria analítica, da concepção iluminista do erro na função da religião, como erro que deve ser superado pela antropologização mas que ao mesmo tempo mostra a religião como essencial na formação do espírito humano. Além disso, e de maneira complementar, o ponto de vista da antropologização permite aprofundar a dissolução do conteúdo divino na consciência humana, não só como um processo anterior ou subjacente à psicologia do individuo, mas também como o outro lado, como o correlativo da não dissolução desta consciência no transcendente. A dificuldade é como desenvolver essa contribuição de Feuerbach à leitura de Hegel; é não somente mostrar como se faz para chegar a essa consciência-radical aberta – o ponto de vista da antropologização-, sem a qual a “filosofia nova” resta uma criação desprovida de situação no mundo, resta sem viabilidade como “conhecimento verdadeiro fora da verdade”; mas é também mostrar como descobrir os quadros vagos do pensamento que incorpora essa diferença específica dessa consciência em estado de realidade, tendo em conta o “orgulho da razão”; quer dizer, como se descobre os quadros do pensamento religioso em face da supressão da oposição que marca o domínio representativo, o domínio da verdade em Hegel, como revelando um componente totalista na formação do saber na e pela ciência hegeliana (05), verdadeiro obstáculo à sua fenomenologia da religião que, então, só pode ser verificada regressivamente, a partir do cotejo dos capítulos VI, VII, e VIII da “Fenomenologia do Espírito”, como é da competência da crítica hegeliana e o faz Kojévè. §-15. Não que o problema dos quadros conceituais do pensamento religioso se reduza à aplicação da problemática feuerbachiana, mas, antes, é esta que se torna mais clara se tivermos em conta o posicionamento sociológico na matéria. Com efeito, como se sabe os quadros conceituais do pensamento religioso, como conhecimento de tipo teológico, ou, em linguagem antropo-sociológica, como interpretação grupal do processus religioso, como mito – são as referências humanas que ampliam e aprofundam a noção das relações entre o divino e o humano, tomando em consideração o conjunto. Quer dizer que os quadros conceituais tornam possível delimitar a realidade religiosa em sua existência e diferenciá-la em sua especificidade de outras esferas do real. Por outras palavras, realidade e conhecimento se interligam dialeticamente nos quadros conceituais, que então se mostram como aspectos privilegiados dos fenômenos religiosos tomados na perspectiva do conhecimento, da compreensão. Onde há perspectivas há quadros, há reciprocidade eu-objeto, com o fenômeno religioso sendo considerado como realidade humana que se oferece a um conhecimento igualmente humano. Desta sorte, não pode haver antagonismo entre a forma, a matéria e o conteúdo na realidade dos quadros conceituais do conhecimento teológico, isto é, não pode haver antagonismo entre o componente grupal ou de interpretação grupal, a atividade ritual e a vida religiosa. Então quando se fala de quadros sociais do conhecimento fala-se preferencialmente de correlações funcionais, não sendo outro, aliás, o sentido positivo do termo “enteléquias”, de Aristóteles, a que Leibniz se referia ao falar de “autômatos incorpóreos”.

 §-16. Que essas referências têm também, pelo enfoque dos filósofos, um valor confirmativo ou finalístico nos mostra Ernst Cassirer ao comentar o posicionamento de Hegel em filosofia da religião. Para Hegel, o teor espiritual de cada religião e a significação que ela pode ter como momento necessário na totalidade do processus religioso, só se manifestam integralmente nas formas do seu culto, que dão ao conteúdo íntimo dessa religião sua manifestação exterior. Quer dizer, há uma correlação entre a interpretação grupal do processus religioso e as formas do seu culto, entre a essência universal do culto e suas formas particulares, de tal sorte que, mesmo na sua multiplicidade e sua diversidade empíricas as formas exteriores e sensíveis do culto revelarão delas mesmas uma tendência espiritual única que as arrasta em uma interiorização progressiva. Para Hegel, no culto, o deus aparece de um lado e o eu, o sujeito religioso, do outro lado, sua determinação, entretanto, consiste ao mesmo tempo em restabelecer a unidade concreta dos dois termos, que permite ao deus tomar consciência do eu e ao eu tomar consciência do deus. §-17. Nota ainda Cassirer que se vê aqui confirmada a conexão entre o interior e o exterior, que serve de máxima para compreender todas as formas de expressão do espírito, a saber, a idéia segundo a qual o eu só se encontra e só se compreende ele mesmo por sua alienação aparente. §-18. Para Hegel, a esfera do culto torna efetiva a unidade entre o eu e o absoluto, a reconciliação que restitui o sujeito e sua consciência de si sendo constituída exatamente por esse efetivar do sentimento de participar do absoluto e da unidade com ele, quer dizer por esse suprimir e superar assim a divisão ou o ponto de vista da separação entre o eu e o absoluto. O culto deve ser tomado como uma prática que compreende de uma só vez a interioridade e o fenômeno exterior, ou seja, como o processus eterno do sujeito para se tornar idêntico a sua essência. Cassirer faz essas observações sobre a correlação na filosofia da religião de Hegel em defesa da tese, comum a vários antropólogos, de que a prática é o elemento primeiro ao qual a explicação mítica, a interpretação grupal do processus religioso, o hiéros logos, só se junta "aprés-coup". Essa explicação que se apresenta somente como relato está presente, na ação sagrada, como uma realidade imediata. Por isso, o relato mítico não é a chave que permite compreender o culto, mas, pelo contrário, o culto é que constitui o estágio preliminar do mito e sua base objetiva. É claro que quem entra em reciprocidade de perspectivas nessa correlação, quem constitui o quadro conceitual da interpretação mítica é o grupo religioso, e não os seus representantes intelectuais, coincidindo, então, quadro conceitual e quadro social do conhecimento religioso. §-19. Todavia, o problema que nos interessa se torna mais complexo porque se trata de “quadros vagos”, isto é, se trata da compreensão hegeliana dos quadros conceituais do pensamento religioso tal como considerados na "Fenomenologia do Espírito": os quadros referidos quando se torna problemática ou duvidosa a determinação do culto em restabelecer a unidade concreta que permite ao deus tomar consciência do eu e ao eu tomar consciência do deus. E para chegar à perspectiva desses quadros não-confirmativos é preciso primeiro aprofundar no campo da "crítica hegeliana” expondo sobre as “seqüências antropogênicas” e mostrar a via de acesso à abordagem do Hegel fenomenólogo, isto é, pôr em obra a “reversão do totalismo” do saber absoluto. (FINAL DO TEXTO DA SEQUÊNCIA INICIAL DA OBRA 01 "A CRÍTICA DUALISTA NA LEITURA DE HEGEL: UMA REFLEXÃO A PARTIR DE A.KOJÉVÈ.DOC")…       

5 de setembro de 2006

Obras e Projeto de Jacob (J.) Lumier: Abordando a Filosofia à Luz da Comunicação Social – II.

 

DESCRIÇÃO DA QUARTA POSTAGEM

 

Sobre a Produção Leituras do Século XX

http://www.leiturasjlumierautor.pro.br

 

– Quarta Parte

(continuação da terceira parte)

 

 Categorias: formação (nas ciências humanas); e-book monográfico; bibliografia; pensadores.

Palavras-chave: mito; Gestalt; fenomenologia. 

 

OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER…

QUARTA POSTAGEM:

Abordando a filosofia à luz da comunicação social – II.

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VER NESTA QUARTA POSTAGEM:

· A COMPLEMENTAÇÃO DA SEQUÊNCIA INICIAL DA OBRA 01 INTITULADA: "A CRÍTICA DUALISTA NA LEITURA DE HEGEL: UMA REFLEXÃO A PARTIR DE A KOJÉVÈ.doc"

· Incluindo os seguintes tópicos:

· LISTA DAS ENTRADAS DO ÍNDICE REMISSIVO ELETRÔNICO;

· BIBLIOGRAFIA REFERIDA NA OBRA;

· CRONOLOGIA SOBRE A VIDA E

· AS OBRAS FILOSÓFICAS DE HEGEL.

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 LISTA DAS ENTRADAS DO ÍNDICE REMISSIVO ELETRÔNICO

 EXTRAÍDO DAS SEQUÊNCIAS FINAIS DA OBRA 01

A CRÍTICA DUALISTA NA LEITURA DE HEGEL

 – uma reflexão a partir de A. Kojévè.doc

Esta reprodução é aqui feita exclusivamente para os fins de (a)- uma apreciação da profundidade no tratamento da matéria; (b)-um contato prévio com o texto do autor J.LUMIER e (c)- para fins de demanda de trechos indexados. =OBS: Este índice só é ativado no e-book em doc. Word… ...##A##… Absoluto, 7, 8, 9, 10, 11, 13, 14, 15, 17, 19, 20, 21, 22, 25, 32, 36, 37, 40, 44, 45, 75, 90, 91, 94, 111, 113, 114//// agnosticismo, 3 ////alienação, 4, 5, 7, 20, 95, 111 ////alienado, 38 ////análise, 3, 5, 8, 9, 10, 12, 13, 14, 15, 19, 21, 23, 25, 34, 37, 40, 66, 68, 69, 70, 71, 73, 74, 75, 76, 77, 79, 85, 86, 87, 90, 93, 94, 113, 114 ////antiteismo, 26, 112 ////antropologia, 1,10, 11, 12, 13, 14, 16, 18, 19, 21, 26, 32, 66, 87, 94, 112 ////antropologização, V, 4, 6, 21, 45, 90 ////antropo-morfização, 18, 22, 28, 44, 88, 113 ////antropoteísmo, 89 ////arte, 32, 67, 68, 69, 70, 71, 72, 75, 76, 77, 97 ////ateísmo, 3, 4, 5, 44, 67, 75, 76, 77, 89, 111 ////atitude, 3, 6, 16, 21, 24, 26, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 42, 43, 44, 67, 70, 87, 89, 94, 112, 114 ////atitude existencial, 33, 34, 36 ….. ##C##… Ciência, 5, 6, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 17, 19, 20, 23, 25, 26, 28, 63, 64, 76, 91, 111, 112, 113 ////ciência hegeliana, 8, 9, 10, 12, 13, 15, 23, 25 ////conceito, V, 2, 8, 9, 10, 11, 27, 37, 65, 85, 87, 90, 93, 95, 111 ////conhe-cimento, 3, 6, 7, 8, 11, 13, 17, 19, 21, 25, 34, 45,63, 66, 72, 85, 86, 113 ////consciência, 3, 4, 6, 7, 8, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 33, 35, 36, 38, 40, 45, 63, 64, 65, 66, 67, 72, 76, 77, 78, 86, 88, 90, 93, 94, 95, 113, 114 ////correlação, 7, 8 ////cristianismo, 13, 23, 66, 76, 77, 78 ////crítica dualista, 8, 9, 10, 11, 13, 14, 16, 18, 19, 25, 26, 28, 31, 38, 41, 44, 66, 71, 78, 79, 111 Crítica Dualista, 1, 3, 85, 115…………… ##D##….. Dasein, 44 ////dialética, 44, 2, 3, 5, 19, 21, 26, 40, 68, 75, 96 ////divino, 1, 13, 4, 6, 16, 18, 20, 21, 26, 34, 45, 66, 70, 73, 76, 77 ////dualidade, 89, 1, 2, 4, 30, 32, 40, 44 ////dualismo, 40, 42, 43, 44, 45, 74, 112… ##E##… Em-si, 24, 38, 64 ////enteléquia(s), 29, 30, 7 ////Entendimento, 2, 33, 35, 36, 37, 67, 112 ////Espírito, 2, 5, 6, 8, 9, 19, 21, 22, 28, 31, 32, 33, 34, 35, 37, 38, 40, 41, 42, 45, 71, 87, 88, 90, 111, 112 ////espírito materializado, 26, 45 ////essência, 7, 8, 15, 17, 29, 45, 67, 68, 74, 92 ////Estado, 2, 9, 10, 12, 13, 20, 21, 22, 23, 24, 29, 30, 31, 32, 36, 44, 45, 68, 69, 71, 73, 74, 75, 77, 89, 90, 91, 92, 93, 94, 113, 114 eu, 2, 3, 7, 8, 17, 18, 20, 23, 27, 44, 76, 77, 85, 86, 95, 111 ////Eu, 3, 29, 30, 33, 34, 36, 37, 66, 86, 87, 93 ////existência, 6, 13, 16, 24, 26, 27, 28, 33, 45, 69, 70, 72, 86, 87, 95 ////existente, 2, 14, 15, 29, 41, 93, 112, 114 /////experiência, 30, 19, 24, 35, 90 /////exterior, 2, 3, 7, 9, 10, 14, 15, 16, 17, 18, 20, 25, 27, 28, 29, 30, 33, 34, 35, 38, 39, 41, 45, 66, 67, 73, 86, 90, 92, 96, 111… ##F##… Fenômeno, 4, 7, 29, 33, 45 ////Fenomenologia, IV, 2, 5, 6, 8, 9, 19, 28, 29, 32, 33, 40, 44, 45, 71, 87, 88, 90, 108, 111, 112 ////fenomenólogo, 2, 3, 8, 22, 23, 25, 27, 28, 29, 31, 43, 45, 112 ////filosofia, V, 94, 2, 4, 5, 6, 7, 8, 10, 11, 13, 14, 19, 20, 21, 25, 26, 28, 36, 40, 63, 85, 86, 87, 91, 92, 94, 95, 108, 111, 113, 114 //// … ##G##… Gemeinde, 13, 91, 93, 94, 114 ////Gestalt, IV, V, 9, 10, 15, 16, 17, 18, 19, 21, 22, 34, 41, 112 ////gnosticismo, 89… ##H##… História, 26, 2, 3, 4, 5, 13, 26, 37, 68, 71, 76, 85, 91, 93, 94, 96, 114 ////homem, 3, 4, 5, 12, 13, 15, 16, 18, 19, 20, 22, 23, 24, 25, 26, 41, 44, 66, 67, 69, 70, 71, 72, 73, 75, 76, 77, 78, 79, 86, 88, 89, 92, 95 ////humanismo, 3, 5, 111 ////humano, 1, 32, 3, 4, 6, 10, 12, 13, 14, 16, 17, 18, 20, 21, 24, 26, 28, 29, 30, 31, 32, 34, 37, 40, 44, 67, 70, 78, 86, 87, 88, 89… ##I##… Ideal, 26, 35, 42, 44, 45, 65, 69, 74, 78 ////ideologia(s), 23, 5, 77 /////individualidade, 12, 15, 20, 21, 23, 26, 35, 72 ////indivíduo, 3, 9, 10, 12, 13, 29, 30, 31, 32, 34, 64, 77, 92 ////indivíduo histórico, 12, 13 ////interior, 3, 7, 14, 64, 70, 72, 74, 92, 111 ////interpretação, 3, V, 6, 7, 8, 9, 10, 12, 13, 14, 20, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 42, 43, 44, 112…… ##M##… Mediação, 44, 3, 18, 20, 21, 91, 112 ////método, 22, 23, 87, 94, 112, 113 ////mito, 6, 8, 45, 63, 66, 94, 113, 114 ////Mito, IV, V, 32////moralidade, 20, 92 ////mundano, 40, 42, 44 ////mundo, 2, 3, 5, 6, 15, 16, 22, 23, 26, 44, 45, 65, 67, 68, 69, 70, 71, 72, 73, 74, 75, 76, 77, 79, 86, 91, 92, 93, 114… ##N##… Natureza, 3, 14, 26, 67, 68, 69, 70, 73, 75 ////negação, 3, 26, 28, 36, 88, 89, 90, 96, 112… ##O##… Objeto, 2, 3, 4, 7, 15, 17, 27, 29, 41, 71, 86, 95 ////omnia ubique, 2 ////oposição, V, 2, 3, 6, 10, 11, 14, 18, 19, 20, 25, 26, 28, 29, 42, 46, 64, 68, 86, 90, 91, 92, 94, 112, 113… ##P##… Para si, 2, 27, 28, 31 ////para-nós, 24, 38 ////pensamento, V, 2, 4, 6, 8, 13, 16, 20, 25, 26, 28, 30, 31, 34, 37, 38, 43, 44, 45, 77, 79, 89, 92, 94, 95, 112, 113 ////projeção, 20, 23, 26, 27, 35, 112 ////psicologia, 3, 6, 34, 35, 42… ##Q##… Quadros, V, 6, 8, 28, 34, 35, 36, 37, 38, 45, 72, 112 ////quadros conceituais, 6, 8, 34 ////quadros vagos, V… ##R##… razão, 2, 4, 5, 6, 16, 24, 71, 72, 90, 91, 92, 93, 95, 113 ////Razão, 2, 28, 91, 93, 114 ////real, 2, 6, 11, 12, 13, 17, 18, 23, 25, 40, 42, 45, 69, 72, 76, 77, 78, 79, 89, 113 ////realidade, 3, 5, 6, 8, 9, 12, 13, 15, 20, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 29, 30, 32, 35, 36, 38, 41, 44, 45, 63, 64, 66, 72, 76, 77, 78, 79, 85, 88, 89, 90, 91, 92, 93, 94, 113, 114 ////Realidade essencial, 28, 29, 30, 32, 33, 34, 36, 37, 41, 112 ////reflexão, 2, 3, II, IV, V, 4, 29, 33, 34, VII, 85, 87, 95, 108 ////REFLEXÃO, 2 ////religião, 26, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 26, 27, 28, 37, 42, 66, 67, 68, 69, 70, 71, 72, 73, 74, 75, 76, 77, 78, 90, 91, 94, 97, 112, 113 ////Restauração, 2, 12, 21, 45, 90, 91, 113…… ##S##… Saber, 2, 3, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 21, 22, 24, 25, 26, 27, 31, 35, 37, 38, 46, 64, 65, 67, 68, 73, 76, 77, 78, 90, 91, 93, 94, 111, 112, 113, 114 ////sistema, 1, 93, 66, 85, 89, 90, 91, 92, 94, 108 ////sociedade, 5, 24, 74, 93, 95 ////substância, 3, 24, 65 ////sujeito, 2, 3, 4, 7, 24, 29, 42, 71, 86, 95… ##T##… Tempo, 2, 4, 6, 7, 14, 17, 91, 108 ////teologia, V, 28, 4, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 19, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 31, 32, 34, 66, 75, 76, 77, 78, 79, 88, 89, 112 ////teoria, IV, V, 6, 15, 16, 18, 19, 20, 21, 23, 32, 34, 37, 43, 45, 68, 85, 86, 96, 112, 113 ////teoria da Gestalt, 16, 19, 20////totalidade, 3, 7, 10, 21, 24, 30, 45, 69, 85, 94, 95 ////totalismo, 8, 10, 11, 13, 14, 19, 21, 22, 25, 40, 44, 90, 94, 113, 114 ////transcendência, 18, 20, 21, 28, 34, 35, 36, 46, 71, 76, 88, 89, 95, 113… ##V##… Verdade, 5, 6, 17, 25, 26, 27, 28, 36, 40, 64, 69, 71, 75, 79, 90, 91, 97//// visão, 16, 17, 18, 19, 23, 24, 28, 45, 112 ////visão de uma evolução, 16, 17, 18, 28, 45////***.

 

 

 

 

BIBLIOGRAFIA REFERIDA NA OBRA 01 INTITULADA:

A CRÍTICA DUALISTA NA LEITURA DE HEGEL –

 uma reflexão a partir de A. Kojévè.doc

Esta reprodução é aqui feita exclusivamente para os fins de (a) – uma apreciação da profundidade no tratamento da matéria; (b)-um contato prévio com o texto do autor J.LUMIER e (c)- para fins de demanda de trechos indexados.

##-(01) – ADORNO, Theodor W.: “Kierkegaard”, Caracas, Monte Ávila Ed., 1969, 285 pp. (Suhrkamp – 1966; 1º edição em alemão: 1933). ##-(02)- BLOCH, Ernst: “sujet-Objet: Éclaircissements sur Hegel”, Paris, Ed. Gallimard, 1977, 498 pp.; Trad. Por Maurice de Gandillac (Frankfurt, Surhkamp, 1962; 1º edição em alemão: 1951). ##-(03)- CASSIRER, Ernst: “La Philosophie dês Formes Symboliques – La Penseé Mythique”, Paris, Les Editions de Minuit, 1972, 342 pp, (Trad. Do Alemão por Jean Lacoste). ##-(04)- FINANCE, Joseph de: “Connaissance de l´Être – Traité d´Ontologie”, Paris, Desclée de Brouwer, 1966, 513 pp. ##-(05) GOLDMANN, Lucien: exposição in ”Kierkegaard Vivant”, Colóquio da UNESCO, Paris, 21-23 de Abril de 1964, ed. Gallimard, 1966, pp. 125-164. ##-(06) GURVITCH, Georges: “A Vocação Actual da Sociologia” – Volume II, Lisboa, Ed. Cosmos, 1986, 567 pp., (Trad. Da 3ª edição: Paris, PUF, 1968). ##-(07)-GURVITCH, Georges: “Dialectique et Sociologie”, Paris, Flammarion, 1962, 312 pp. ##-(08)- HEGEL, G.W.F.: “La Phénoménologie de l´Espirit” – Tome I e Tome II, Paris, Aubier, 1939 (Tome I), 358 pp.; 1947 (Tome II), 359 pp.; Trad. Por Jean Hyppolite (tirada da Edição Lasson – J. Hoffmeister, Werke II, 4º ed., 1937), título em Alemão: “Die Fhaenomenologie des Geistes”. ##-(09)- KOJÈVE, Alexandre: “Introduction à la Lecture de Hegel”, Paris, Gallimard, 1971, 2º ed. , publicado por R. Queneau (1º ed. 1947) 598pp. ##-(10)- LUKACS, Georges: “El Jóven Hegel y los Problemas de la Sociedad Capitalista”, Barcelona, Grijalbo, 1972, 3º ed., 551pp, Trad. Por Manuel Sacristan (1º ed. Em alemão: Berlim, Aufbau, 1954). ##-(11)- LUKACS, Georges: “El assalto a la Rázon – La Trayectoria del Irracionalismo desde Schelling hasta Hitler”, Barcelona, Grijalbo, 1972, 3º ed., 707 pp. (1º ed. Em alemão: Berlim, Aufbau, 1953). ##-(12)- MARCUSE, Herbert: “Raison et Revolution – Hegel et la Naissance de la Théorie Sociale”, Paris, Les Editions de Minuit, 1968, 472pp, (New York, 1954). ##-(13)- MCLELLAN, David: “Marx y los Jóvenes Hegelianos”, Barcelona, Martinez Roca, 1971, 186pp. (Londres, Macmillan, 1969);…

 

 

 

 

 

#####- CRONOLOGIA SOBRE A VIDA E AS OBRAS FILOSÓFICAS DE HEGEL INCLUÍDA NA OBRA 01, seguinte: ##-1770 – (27 de Agosto) – Nascimento de Hegel (Georg Wilhelm Friedrich Hegel ) à Stuttgard. ##-1788 Hegel entra no seminário protestantes de Tubingue. Amizade com Schelling e Holderlin a quem ele deverá seu culto da Grécia Antiga. ##1793 – Saída do Seminário. È preceptor em Berne até 1796, depois em Frankfurt de 1797 à 1800. Nesses sete anos, acompanha apaixonadamente os acontecimentos da França; estuda Kant, Fichte e Schelling. ##1801 – Hegel é nomeado diretor “privat-docent” na universidade de Iena, junto de Schelling. ##1807 Publica a sua primeira grande obra: “Die Fhaenomenologie des Geistes” (A Fenomenologia do Espírito), que consagra sua personalidade e marca a ruptura entre os dois filósofos. Desloca-se à Barmberg para ocupar a direção de um jornal político. ##-1808 – Hegel é nomeado diretor do ginásio de Nuremberg onde ficará até 1816. Durante esses anos prepara sua segunda grande obra. “Ciência lógica”, que aparece de 1812 à 1816. ##1816 – é nomeado professor de filosofia à Heildelberg. ##1817 – publica, para uso dos seus estudantes, a “Enciclopédia das Ciências Filosóficas”, grande esboço que abarca o essencial do seu sistema. ##1818Reconhecido como o maior filósofo alemão do seu tempo, Hegel é chamado à Universidade de Berlim onde ocupará a cadeira de Fichte, até 14 de Novembro de 1831. ##1820 – Tornado o mestre pensador da Alemanha, Hegel publica sua “Filosofia do Direito”. Nos anos subseqüentes publica uma nova edição consideravelmente remanejada da “Enciclopédia”; ensina a “Filosofia da História”, a “Estética”, a “Filosofia da Religião”, as “Provas da Existência de Deus”, a “História da Filosofia”, que constituem as obras póstumas, publicadas depois de 1831, baseadas em seus cursos. Faz algumas viagens aos Países Baixos, à Áustria e à França. ##-(Fonte: “Biografie” in Hegel: “Propedeutique Philosophique”, Paris, ed. Gonthier, 1963, Traduzida do alemão por Maurice de Gandillac, pp.196-197.)

5 de setembro de 2006

Obras e Projeto de Jacob (J.) Lumier: Abordando a Sociologia do Conhecimento I.

 

DESCRIÇÃO DA QUINTA POSTAGEM

 

 

 

Sobre a Produção Leituras do Século XX

http://www.leiturasjlumierautor.pro.br

 

– Quinta Parte

 

 Categorias: formação (em sociologia); e-book monográfico;

Bibliografia; sociedade de informação.

 

Palavras-chave:  

 sociedades globais; realidade social; sociabilidade, tempos múltiplos,

 perspectivação do conhecimento.

 

OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER…

         QUINTA POSTAGEM:

Abordando a sociologia do conhecimento I.

 

 

 

VER NESTA QUINTA POSTAGEM:

· A SEQUÊNCIA INICIAL DA OBRA 02 INTITULADA:

"ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO: REFLEXÃO EM TORNO ÀS ANÁLISES SOCIOLÓGICAS DE GEORGES GURVITCH.doc", 548fls, e-book, (897kb. zip),

· com bibliografia e

· índices remissivo e analítico eletrônicos.

·  incluindo os seguintes tópicos:

· RESUMO; SUMÁRIO; PREFÁCIO.

**********************************************************************

 

 

 

 

 

#####–TEXTO DA SEQUÊNCIA INICIAL DA OBRA 02

 INTITULADA

 "ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO: REFLEXÃO EM TORNO ÀS ANÁLISES SOCIOLÓGICAS DE GEORGES GURVITCH.DOC",

548fls, e-book, (897kb. zip), com bibliografia e

índices remissivo e analítico eletrônicos.

 #-Estatísticas do doc.: Páginas-548, Palavras-135.635, Parágrafos-2.486, Linhas-15.446, Entre linhas– 1,5; Fonte-Arial #-Margens: Superior-3 cm, Esquerda-2,5cm, Inferior-3cm, Direita-1,9cm; Estilo-Lista numerada Com vários níveis /////

##### Resumo do ensaio: Nesta obra apreciei o pensamento de Georges GURVI-TCH, tendo em conta as posições que insistem sobre sua procedência na fenomenologia existencial. Assinalei, porém, sua ligação com a nova sociologia do conhecimento, pondo em relevo que nesta disciplina, a exemplo da Física do século XX, a explicação é não-causal e, por esta via, enfoquei o problema das correlações funcionais, tal como GURVITCH nos ensina. Minha exposição acentua o alcance empírico das análises micro e macrossociológicas, sobretudo a pesquisa incessante da variabilidade nesse autor. Acentuei igualmente o lugar de destaque que em suas análises é reservado ao estudo das manifestações da sociabilidade, em especial ao estudo sociológico dos “Nós”.

 ##### ESTA OBRA 02 ALCANÇA, DENTRE OUTRAS, AS SEGUINTES DISCIPLINAS: 1º) TEORIA SOCIOLÓGICA, 2º) SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO, 3º) METODOLOGIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS, 4º) FILOSOFIA E SOCIOLOGIA, 5º) ANTROPOLOGIA E SOCIOLOGIA,

 6º) HISTÓRIA E SOCIOLOGIA


#####-INDICAÇÕES PARA FICHA CATALOGRÁFICA: Lumier, Jacob (J.). Internet, e-book, “Aspectos da Sociologia do Conhecimento: Reflexão em torno às análises Sociológicas de Georges Gurvitch.doc”, 548 fls., 2005, bibliografia e índices remissivo e analítico eletrônicos. Através de leiturasjlumierautor@leiturasjlumierautor.pro.br 1.Sociologia – Teoria Sociológica 2.Filosofia – Metodologia II. Título

 

##### – SUMÁRIO

de “Aspectos da Sociologia do Conhecimento:

Reflexão em torno às Análises Sociológicas de Georges Gurvitch .doc”

 por J.Lumier:

###-PREFÁCIO:  págs. nº11; ###-PRIMEIRA PARTE : O Debate Ou “Descobrindo o problema do Coeficiente Existencial do Conhecimento” págs. nº13 a 62 ###-SEGUNDA PARTE: As Classes do Conhecimento…págs. nº64 até 112; /// 1.O sistema cognitivo e as variações do saber: págs. nº65 a 83; /// 2.A sociologia do Conhecimento Perceptivo do Mundo Exterior : págs. nº85 a 89; /// 3.A Sociologia do Conhecimento de outro, dos Nós, dos grupos, classes, sociedades : págs. nº90 a 96; /// 4.A Sociologia do Conhecimento de senso comum ou Conhecimento da vida cotidiana: págs. nº96 a 97; /// 5.A Sociologia (a)- do Conhecimento técnico; (b)- do Conhecimento político; (c)- do conhecimento científico; (d)- do Conhecimento filosófico: págs. nº97 a 107; /// 6.A Sociologia das Formas do conhecimento: págs. nº108 a 112 . ###-TERCEIRA PARTE: Os Quadros Sociais do Conhecimento: págs. nº115 até 247; /// 1.A contribuição da Sociologia da Literatura: págs. nº116 a 129; /// 2.Dialética e Microssociologia do Conhecimento: págs. nº130 a 155; /// 3.A sociologia dos agrupamentos particulares como quadros sociais do conhecimento: págs. nº156 a 196; /// 4.A sociologia das classes e sociedades globais como quadros sociais do conhecimento:  págs. nº197 a 247; ###-QUARTA PARTE: Sociologia e Filosofia ou o Triplo Limiar Comum …..págs. nº249 até 374 /// 1.Introdução: págs. nº249 a 252; /// 2.A Multiplicidade dos Tempos sociais: págs.nº254 a 312; /// 3.O Estudo Sociológico dos Nós: págs.nº315 a 346; /// 4.A Dialética Sociológica: págs. nº348 a 374; ### – NOTAS COMPLEMENTARES :

 págs. nº376 a 504; ###-ÍNDICE ANALÍTICO: págs. nº507 até 522; ###-BIBLIOGRAFIA: págs. nº527 até 533; ###-CRONOLOGIA: DATAS DAS OBRAS E EVOLUÇÃO INTELECTUAL DE GURVITCH…..págs. nº535 até 539; ###-ÍNDICE DE AUTORES E ASSUNTOS:  págs. nº540 até 547;

Sobre o Autor: J.Lumier.

 

 

 

 

##### – PREFÁCIO de “ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO: Uma Reflexão em torno às Análises Sociológicas de Georges Gurvitch.doc.”. #####

-: §§ "Neste ensaio, concluído em 2002, sustentamos que, na “Nova Sociologia do Conhecimento", desenvolvida por Georges Gurvitch, a explicação é “não-causal”, e demos ênfase às correlações funcionais, visando pôr em relevo o alcance empírico das suas análises micro e macrossociológicas, como expressões de uma incessante pesquisa da variabilidade. Levamos em conta, além de Karl Popper, Antony Giddens, Ralf Dahrendorf, as demais posições contrárias, inclusive as que atribuem a procedência da sociologia de Gurvitch na fenomenologia existencial. Todavia, nossa leitura destaca a influência de Bergson e a concepção da “consciência aberta” como estando na base da teoria gurvitcheana da multiplicidade dos tempos sociais e da distinção das classes do conhecimento, cujas descrições são aqui apresentadas em vista da sociologia do conhecimento filosófico. Nessa mesma abordagem, expusemos sobre o estudo sociológico dos Nós e das manifestações da sociabilidade, com dados sobre a Massa, a Comunidade e a Comunhão, como quadros sociais. Quanto às orientações do realismo sociológico relativista em Gurvitch, pelo qual esse autor promoveu as Ciências Sociais e Humanas, além de levarmos em conta as contribuições da sociologia da literatura, (a) – cumprimos a rigorosa distinção gurvitcheana dos enunciados da dialética e das fórmulas da explicação em sociologia; (b)-acompanhamos a sugestão de Henri Lefébvre em favor do aspecto tridimensional na sociologia de Gurvitch e enfocamos as três escalas da dialética sociológica -microssocial, parcial ou grupal, global- expondo sobre seus procedimentos diferenciados, descritos por Gurvitch em vista de acentuar-lhes o alcance purificador na metodologia, sobretudo em face de qualquer preconceito filosófico inconsciente limitando o acesso ao objeto da sociologia do conhecimento. No marco dessa orientação do pensamento probabilitário para a desdogmatização do saber, destacamos ademais da influência da teoria física do século XX o aproveitamento dos materiais empíricos etnológicos aportados por Marcel Mauss e a utilização dos resultados propriamente sociológicos de Karl Marx para a compreensão da obra de Gurvitch.

O Autor: J.Lumier

 

 

 

 

 

 

 

 

##### – A seguir, o texto da Seqüência Inicial da obra 02 intitulada

 "Aspectos da Sociologia do Conhecimento: Reflexão em torno às Análises Sociológicas de Georges Gurvitch.doc":

·                    reproduzido aqui exclusivamente para os fins de (a) – uma apreciação da profundidade no tratamento da matéria; (b) – um contato prévio com o texto do autor J.LUMIER e (c) – para os fins de delimitação de trechos indexados.

##### – TEXTO EXTRAÍDO DA PRIMEIRA PARTE: #####

1) Primeira Parte: O Debate ou

“Descobrindo o problema do Coeficiente Existencial do Conhecimento”.

A sociologia do conhecimento é uma disciplina diferencial que, no século XX, passou e provavelmente atravessa ainda um dilema de “ser ou não ser”. Por um lado é admitida como disciplina específica só para ter negado sua relevância pedagógica como conhecimento científico em face de um experimentalismo quantitativo cultivado nos meios epistemológicos enquanto que, por outro lado, fica inibida e subordinada nas análises sistemáticas das novas classes médias, em que a educação, o interesse e o valor do conhecimento, sobretudo o conhecimento técnico e o conhecimento político, são colocados em planos elevados pelos sociólogos. Com efeito, se o primeiro aspecto desse dilema nos coloca na discussão metodológica e nos chama ao estudo dos procedimentos da explicação em sociologia, no segundo aspecto há algo paradoxal bem marcado se considerarmos que, como é sabido, foi justamente a valorização da educação e do conhecimento, requeridos pelos públicos políticos em ascensão nos anos vinte, que motivou a Karl MANNHEIM para promover a sociologia do conhecimento. Quer dizer, seria de esperar, de maneira análoga, que a maior importância do conhecimento e da educação para a estrutura das nossas sociedades em regime de capitalismo organizado, sobretudo a partir dos anos 60, servisse de estímulo aos sociólogos para fazer avançar a sociologia do conhecimento como disciplina especial. Mas não é isso que se vê, e sim a imbricação dispersa dessa disciplina nas inúmeras análises sistemáticas das novas classes médias como quadros sociais (basta consultar a bibliografia oferecida por Norman BIRNBAUM em seu livro “A Crise da Sociedade Industrial”). Nada obstante, podemos notar logo de início que a dispersão e a subordinação da sociologia do conhecimento também pode e deve ser atribuída, mais de perto, a pouca sensibilidade metodológica para estudar as manifestações da sociabilidade que, infelizmente, parece pesar para tornar datadas e conjunturalmente limitadas a períodos particulares do século XX, essas refinadas análises estruturais históricas – a despeito de sua orientação para a abertura das perspectivas de vida social renovada num contexto tipo “ cultura de massas”. Assim, no texto sociológico muito rico e complexo de um importante sociólogo do século XX, como o é o citado BIRNBAUM – quem rejeita a armadilha de separar a análise estrutural da análise histórica, nos deixando ver a causalidade singular em obra sem esconder a eficácia dos planos dos símbolos sociais, dos modelos sociais e dos valores coletivos – podemos observar, todavia, o estado intocado em que curiosamente resta a objetivação da cultura, limitada ao estatuto de uma referência crítico histórica e carente de conteúdo sociológico, carente da dialética relativista que é própria à sociologia e que BIRNBAUM maneja com maestria na análise da estrutura de classes. Desse modo, a referência das formas da sociabilidade fica embargada (1) – lá onde lemos “… relações individuais com a natureza e a sociedade” [6: p.126], nas quais o mencionado autor esperava ver, antes da condição humano-social o que ele chama “concretização da cultura”, mas que, evidentemente, não visualiza; (2) – na própria objetivação da cultura, como produto cultural, impondo mais do que um hiatus, “…um abismo entre os homens e os significados” (ib.ibidem.), já que se deixa aí passar inteiramente desapercebido que o reconhecimento da autonomia do significado em relação ao significante, como fato social- isto é, num contexto de dependência de um grupo, de uma classe ou de uma sociedade global – configura a criação de relações com o próprio significado autônomo, as relações com os outros grupos; configura a manifestação levando a uma interpretação, a uma funcionalidade ou a uma atitude revelando a afirmação de um Nós – não só como consciência dos obstáculos mas como conhecimento dos determinismos sociais ou, como nos diz Georges LUKACS “…o cidadão normal vê sua profissão como se fosse uma ruela de uma imensa engrenagem” [52: p.53]. 12.0…2.a. Quer dizer, se o mundo como significado foi transposto “a uma distância muito vaga” das vidas das pessoas, ocorre apenas uma falsa aparência, já que a criação coletiva se afirma no reconhecimento dessa autonomia do significado como tomada de consciência dos determinismos sociais, malgrado o suposto mal estar que a aparente falta de significado no trabalho pudera impressionar. Certamente que nesses determinismos sociais, nessas engrenagens, não excluímos aqui os traços do capitalismo organizado e dirigista, tais como a sujeição dos homens e dos grupos às máquinas, a destruição das estruturas sociais e das obras de civilização por técnicas cada vez mais independentes, a negação dos direitos dos cidadãos de todas as categorias (produtores e consumidores) de governar-se a si mesmos e de controlar todo poder que se os imponha. Tanto mais que a era da automatização e das máquinas eletrônicas dá primazia lógica ao conhecimento técnico, em um grau tal que, como sublinha Georges GURVITCH, “todas as outras manifestações do saber são influídas ao ponto de tecnificar-se tanto quanto possível” [30: p.230 sg]. As próprias ciências humanas são comprometidas gravemente com as gigantescas organizações de sondagens da opinião pública, de estudos de mercado, etc. as quais apenas se limitam à mecanização e à tecnificação das "relações humanas” e dos problemas reais que suscitam a vida mental e a vida social atuais, com o objetivo de subordiná-los aos esquemas prefixados, muito ao gosto dos defensores da" lógica simbólica”, que tecnificam a filosofia (1). Seja como for, a sociologia do conhecimento pode nos ensinar a revalorizar as formas ou manifestações da sociabilidade, os Nós (os diferentes Nós) e as relações com outrem que nesses diferentes Nós se diferenciam, viabilizando a participação nos agrupamentos humanos ou sociais particulares. Os diferentes Nós, os grupos, as classes sociais, as sociedades globais e suas estruturas são temas coletivos reais, de tal forma que podemos falar do conhecimento dos outros, do conhecimento dos Nós, dos grupos, das classes e das sociedades globais como se fala de uma classe específica de conhecimento na realidade social, sem dúvida um conhecimento muito colado aos papéis sociais e às expectativas de papéis. Mas isso já é avançar muito nesse parágrafo o conteúdo deste ensaio. Tudo o que por ora nos interessa é apenas estabelecer a proposição de que a sociologia do conhecimento pode nos ensinar a revalorizar a sociabilidade humana. Proposição essa tanto mais importante quanto autores do alto porte de um Karl POPPER, atribuindo-lhe equivocadamente um estatuto de disciplina exclusivamente causal, nos dizem que nada ou muito pouco a sociologia do conhecimento teria para ensinar. No seu dizer: …“ podemos aprender acerca da heurística e da metodologia e até a respeito da psicologia da pesquisa, estudando teorias apresentadas pró e contra elas, mais do que por qualquer abordagem direta behaviorista ou psicológica ou sociológica”. [68 p. 116]. Quer dizer que, além da pouca sensibilidade metodológica como obstáculo à sociologia do conhecimento, agora encontramos também uma atitude nitidamente depreciativa da relevância pedagógica da sociologia do conhecimento, como disciplina científica. Atitude essa que, entretanto, não fica restrita às afirmações dos epistemólogos, mas tem seguidores entre os sociólogos. Tanto que Antony GIDDENS depreciará o histórico da pesquisa especificamente sociológica do coeficiente existencial do conhecimento, dizendo-nos que considera como “erro clássico da sociologia do conhecimento – que ele gratuitamente qualifica de “… velha” – a sugestão de que a “ validade das teorias científicas pode ser reduzida aos interesses que desempenharam um papel na sua geração” , embora esse prolixo autor admita que “ esse ponto necessita de uma ênfase” [28: p.151]. Quanto a nós, podemos ver por trás dessas referências depreciativas da sociologia do conhecimento não apenas uma imagem metodológica restrita da nossa disciplina, tida equivocadamente como exclusivamente causal (cf. POPPER, ib. ibidem), mas também outra imagem mais ideológica que, de toda evidência, tem a ver com uma redução imprópria da sociologia do conhecimento à obra de Karl MANNHEIM e às disputas na London School of Economics, da tal sorte que não será de estranhar se a rejeição a essa disciplina tiver também as cores do conhecido anti-hegelianismo popperiano. Basta lembrar que, quando POPPER chegou a Londres, em 1935, permanecendo nove meses na Inglaterra para depois, por indicação do então diretor da “ London School of Economics”, chegar à Nova Zelândia em Março de 37, onde virá a escrever “ A Sociedade Aberta e Seus Inimigos”, nutrida de anti-hegelianismo, Karl MANNHEIM, que faleceu em Londres em 1947, já se havia transferido para essa cidade desde 1933, tendo lecionado na mesma “ School” e lá editado, em 1936, seu livro “ Ideologia e Utopia” , inspirado no neo-hegelianismo, cuja edição original em alemão data de 1929 [cf.56]. Com efeito, em relação ao posicionamento de MANNHEIM nessa obra considerada muito influente nos Estados Unidos [ 39: p.161] ,cabe notar que, embora não apresente uma análise da teodicéia já tratada no âmbito da sociologia por Max WEBER, (ver nota respectiva) comporta um enfoque neoespiritualista inteiramente baseado na concepção hegeliana conservadorista, tomando o saber como instrumento de adaptação do espírito às situações existentes ao longo da história. O próprio MANNHEIM afirma nessa mesma obra que a suposta “ relação dialética” em que “ a ordem existente dá surgimento a utopias que, por sua vez, rompem com os laços da própria ordem existente, deixando-a livre para evoluir em direção à ordem de existência seguinte”, é uma formulação que “ já foi bem enunciada pelo hegeliano DROYSEN”, cujas definições MANNHEIM reproduz e subscreve, destacando a sentença de que “ toda evolução no mundo histórico se processa da seguinte forma: o pensamento, que é a contrapartida ideal das coisas como estas existem na realidade, se desenvolve como as coisas deveriam ser …”; na medida em que esses pensamentos “ possam elevar as condições ao nível deles próprios, alargando-se depois e se enrijecendo de acordo com o costume, com o conservadorismo e a obstinação, uma nova crítica se faz necessária, e assim por diante [56: p.223]. Porém MANNHEIM vai mais longe no seu neo-hegelianismo e, reforçando a concepção conservadorista do saber, consente que “ o critério razoavelmente adequado para a distinção entre o utópico e o ideológico é sua realização: idéias que posteriormente se mostraram como tendo sido apenas representações distorcidas de uma ordem social passada ou potencial eram ideológicas, enquanto as que foram adequadamente realizadas na ordem social posterior eram utopias relativas”. MANNHEIM entende que “ as realidades atualizadas do passado põem um termo ao conflito de meras opiniões…” sobre o que era utópico e o que era ideológico (ib.p.228). Então, o problema crítico cultural do espiritualismo ou da teodicéia, examinado por Ernst CASSIRER em "O Mito do Estado” [9] sobre a transposição do hegelianismo ou do conservadorismo hegeliano em ideologia revolucionária, torna-se em MANNHEIM no problema do “ princípio vital que vincula o desenvolvimento da utopia com o desenvolvimento de uma ordem existente” [56:p.222], de tal sorte que o conservadorismo hegeliano, em sua concepção do saber como instrumento de adaptação, resta consagrado como paradigma de análise sociológica, sem tornar-se preliminarmente objeto de crítica alguma na obra desse polêmico autor. Sem dúvida, a ascendência neoespiritualista dos esquemas de MANNHEIM desdobram-se de sua representação de um “ estrato desamarrado, relativamente sem classe” , por ele chamado “ intelligentsia” socialmente desvinculada, à qual atribui o “ papel de vigias” correspondente à “ síntese ou à mediação viva” pela criação de um “ foro alheio às escolas de partido político, em vista de salvaguardar a perspectiva do todo e o interesse pelo todo” (Cf. ib. pp.178 a 189), para o qual esse autor projeta o ensino de uma “ ciência política”, sem diferenciar em momento algum sua concepção desse grupo privilegiado de “vigias”, em face da tecnoburocracia como grupo urbano. Enfim, MANNHEIM confirma ainda seu neo-hegelianismo sustentando que a representação desse estrato como "mediação viva” resulta de uma linha de desenvolvimento que vem do romantismo passando pela" visão conservadora”, a qual estaria mais de acordo com as necessidades da época (cf.ib.p.186). Desta forma, MANNHEIM substituirá a questão crítica sobre o espiritualismo de Hegel – assim deslocada e idealizada na convocação à tomada de consciência dos intelectuais, como um estrato "desvinculado" e em flagrante confronto com a realidade histórica. Por contra, do ponto de vista da realidade, observa-se o fenômeno da radicalização dos intelectuais no século XX, favorecendo uma atitude anticapitalista. Como nota Michel LOWY [51: pp.230 sq] "a evolução política dos intelectuais – no sentido estrito de criadores de produtos ideológico-culturais – se insere em um marco mais vasto de radicalização da capa dos trabalhadores intelectuais em geral, nos países capitalistas avançados e no terceiro mundo. A causa ( singular) principal desse fenômeno é a proletarização dessa capa”. Trata-se de um fenômeno já observado desde o início dos anos 30 por Antônio GRAMSCI [26: p.12; apud. LOWY, ib.] e que se torna patente depois da segunda guerra mundial, quando se produz o “salto qualitativo” no desenvolvimento do capitalismo. Quer dizer, quando a “ extensão massiva do capital ao setor chamado terciário e as transformações ligadas à terceira revolução industrial (automatização, informática) produziram uma industrialização generalizada de todos os setores da atividade humana……. ##fim da sequência inicial da obra 02 "Aspectos da Sociologia do Conhecimento: reflexão em torno às análises sociológicas de

Georges Gurvitch.doc"..       

5 de setembro de 2006

Obras e Projeto de Jacob (J.) Lumier: Abordando a Sociologia do Conhecimento II.

 

DESCRIÇÃO DA SEXTA POSTAGEM

 

Sobre a Produção Leituras do Século XX

http://www.leiturasjlumierautor.pro.br

 

– Sexta Parte

(continuação da quinta parte)

 

 Categorias: formação (em sociologia); e-book monográfico;

Bibliografia; sociedade de informação.

 

Palavras-chave:   sociedades globais; realidade social; sociabilidade, tempos múltiplos, perspectivação do conhecimento.

 

OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER…

         SEXTA PARTE:

Abordando a sociologia do conhecimento II.

 

 

VER NESTA SEXTA POSTAGEM:

· COMPLEMENTAÇÃO DA SEQUÊNCIA INICIAL DA OBRA 02 INTITULADA:

·  "ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO: REFLEXÃO EM TORNO ÀS ANÁLISES SOCIOLÓGICAS DE GEORGES GURVITCH.doc",

·  548fls, e-book,  (897kb. zip), com bibliografia e

· índices remissivo e analítico eletrônicos.

·  incluindo os seguintes tópicos:

· BIBLIOGRAFIA REFERIDA NA OBRA;

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… .#####-BIBLIOGRAFIA COMENTADA NA OBRA 02 INTITULADA "ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO: REFLEXÃO EM TORNO ÀS ANÁLISES SOCIOLÓGICAS DE GEORGES GURVITCH.doc".      

1. ANTONI, Carlo: “L’Historisme”, trad. Alain Dufour, Genève, Librairie Droz, 1963 (1ªedição em italiano, 1956), 128 pp… 2. ARON, Raymond: “Les Étapes de la Pensée Sociologique : Montesquieu, Comte, Marx, Tocqueville, Durkheim, Pareto, Weber”, Paris, Gallimard, 1967, 659pp……. 3. BACHELARD, Gaston: “O Novo Espírito Científico”, São Paulo, ed. Abril, 1974, coleção “Os Pensadores”, vol.XXXVIII, pp.247 a 338 (1ªedição em Francês, 1935)… 4. BACHELARD, Gaston: “La Dialectique de la Durée”, Paris, Press Universitaire de France-PUF, 1972, 151 pp., 1ªedition 1936……. 5. BERGER, Peter e LUCKMANN, Thomas: “A Construção Social da Realidade: tratado de sociologia do conhecimento”, trad. Floriano Fernandes, Rio de Janeiro, editora Vozes, 1978, 4ªedição, 247 pp. (1ªedição em Inglês, New York, 1966). … 6. BIRNBAUM, Norman: “A Crise da Sociedade Industrial”, trad. Octávio Cajado, São Paulo, editora Cultrix, 1973, 167 pp. (1ªedição em Inglês, Londres, 1969)… 7. BRAUDEL, Fernand: “História e Ciências Sociais”, tradução dos artigos originais em Francês por Carlos Braga e Inácia Canelas, Lisboa, editorial Presença, 1972, 261 pp… 8. BOURDIEU, Pierre: “A Economia das Trocas Simbólicas”, Introdução, organização e Seleção dos originais em Francês por Sérgio MICELI, São Paulo, Editora Perspectiva, 1974, 361 pp… 9. CASSIRER, Ernst: “O Mito do Estado”, trad. Álvaro Cabral, Rio de Janeiro, Zahar editor, 1976, 316 pp. (1ªedição em Inglês, Londres, 1946). … 10. CASSIRER, Ernst: “Antropología Filosófica: introducción a uma filosofía de la cultura”, trad. Eugenio IMAZ, México, Fondo de Cultura Económica, 1967, 335 pp. (1ªedição em Inglês, 1944). … 11. CASSIRER, Ernst: “La Philosophie des Formes Symboliques”(La Conscience Mythique), trad. Jean LACOSTE, Paris, les editions de Minuit, 1972, 342 pp, (1ªedição em Alemão, 1925). … 12. COHN, Gabriel: “Crítica e Resignação”: fundamentos da sociologia de Max Weber”, São Paulo, T.A.Queiroz editor, 1979, 161 pp… 13. COLLINGWOOD, R.G.: “A Idéia de História”, trad. Alberto Freire, Lisboa, Ed. Presença, 1972, 401 pp. (1ªedição em Inglês, 1946)… 14. DAHRENDORF, Ralf: “Ensaios de Teoria da Sociedade”, trad. Regina Morel, revisão e notas Evaristo de MORAES FILHO, Rio de Janeiro, Zahar-Editora da Universidade de São Paulo (Edusp), 1974, 335 pp. (1ªedição em Inglês, Stanford, EUA, 1968)… 15. DAHRENDORF, Ralf: “Las Classes Sociales y su Conflicto en la Sociedad Industrial”, trad. Manuel Troyano, Madrid, ed. Rialp, 1970, 339 pp. (1ªedição em Alemão, Stuttgard, 1957)… 16. DILTHEY, Wilhelm: “Introducción a las Ciencias del Espíritu: en la que se trata de fundamentar el estudio de la sociedad y de la historia”, tradução e prólogo por Eugenio ÍMAZ , México, Fondo de Cultura Económica, 1944, 485pp. (1ªedição em Alemão, 1883). …… 17. DILTHEY, Wilhelm : “Hegel y el Idealismo”, tradução e epílogo Eugenio Ímaz, México, Fondo de Cultura Económica (FCE), 1956, 2ªedição, 315pp (1ªedição em Alemão, G.Misch editor, 1913). ……

 18. DURKHEIM, Émile: “Le Suicide: étude de sociologie”, Paris, PUF, 1973, 463pp.(1ªedição, 1897). …… 19. ENGELS. Friedrich: “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”, trad. Leandro KONDER, Rio de Janeiro, editora Civilização Brasileira, 3ªedição, 215 pp. (1ªedição em Alemão, 1882). … 20. ENGELS. Friedrich : “Socialisme Utopique et Socialisme Scientifique”, Paris, editions sociales, 1962, 104pp. (1ªedição em Alemão, 1882). … 21. FREUND, Julien: “Sociologia de Max Weber”, trad. Cláudio de Castro, Rio de Janeiro, editora forense, 1970, 218 pp. (1ªedição em Francês, Paris, PUF, 1966). … 22. GABEL, Joseph: “Sociología de la Alienación”, trad. Noemi Labrune, Buenos Aires, Amorrortu editores, 1973, 225pp. (1ªedição em Francês, Paris, PUF, 1970)……. 23. GOLDMANN, Lucien: “Pour une Sociologie du Roman”, Paris, Gallimard, 1970, 372pp. (1ªedição, 1964). …… 24. GOLDMANN, Lucien: “Exposition in Kierkegaard vivant”, Colloque organizé par l’UNESCO à Paris du 21 au 23 Avril 1964; Paris, Gallimard, 1966, pp.125 a 164, colection Idées. …… 25. GORMAN, Robert A.: “A Visão Dual: Alfred Schutz e o mito da Ciência Social Fenomenológica”, trad. Lívia de Holanda, Rio de Janeiro, Zahar, 1979, 245 pp. (1ªedição em Inglês, Londres, 1977). … 26. GRAMSCI, Antonio: “Os Intelectuais e a Organização da Cultura”, trad. Carlos Nelson Coutinho, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1978, 244 pp., (1ªedição em Italiano, 1949). … 27. GRANGER, Gilles Gaston: “A Razão”, trad. Lúcia Prado e Bento Prado, São Paulo, Difusão Européia do Livro, 1969, 2ªedição, coleção Saber Atual, 126 pp… 28. GIDDENS, Anthony: “As Novas Regras do Método Sociológico: uma crítica positiva das sociologias compreensivas”, trad. Ma. José Lindoso, revisão Eurico Figueiredo, Rio de Janeiro, Zahar, 1978, 181 pp. (1ªedição em Inglês, Londres, 1976). … 29. GIDDENS, Anthony: “A Estrutura de Classes das Sociedades Avançadas”, trad. Márcia Bandeira, revisão Edson de Oliveira, Rio de Janeiro, Zahar, 1975, 368 pp. (1ªedição em Inglês, Londres 1973). … 30. GURVITCH, Georges: “Los Marcos Sociales del Conocimiento”, trad. Mário Giacchino, Caracas, Monte Avila, 1969, 289 pp (1ªedição em Francês: Paris, PUF, 1966). … 31. GURVITCH, Georges: “Determinismos Sociais e Liberdade Humana: em direção ao estudo sociológico dos caminhos da liberdade”, trad. Heribaldo Dias, Rio de Janeiro, Forense, 1968, 361 pp., traduzido da 2ªedição francesa de 1963. (1ªedição em Francês: Paris, PUF, 1955). … 32. GURVITCH, Georges: “Études sur les Classes Sociales”, Paris, Gonthier, 1966, 249pp., Col. Médiations (1ªedição em Francês: Paris, Centre de Documentation Universitaire-CDU, 1954). …… 33. GURVITCH, Georges: “Dialectique et Sociologie”, Paris, Flammarion, 1962, 312pp., col. Science. …… 34. GURVITCH, Georges: “A Vocação Actual da Sociologia-vol. I: na senda da sociologia diferencial”, tradução da 4ªedição francesa de 1968 por Orlando Daniel, Lisboa, Cosmos, 1979, 587 pp. (1ªedição em Francês: Paris, PUF, 1950)… 35. GURVITCH, Georges: “A Vocação Actual da Sociologia –vol.II: antecedentes e perspectivas”, tradução da 3ªedição francesa de 1968 por Orlando Daniel, Lisboa, Cosmos, 1986, 567 pp. (1ªedição em francês: Paris, PUF, 1957)… 36. GURVITCH, Georges: “Objeto e Método da Sociologia”, in Gurvitch et al.: “Tratado de Sociologia-vol.1", trad. Ana Guerra, revisão: Alberto Ferreira, Porto, Iniciativas Editoriais, 1964, pp.15 a 50, 2ªedição corrigida (1ªedição em Francês: Paris, PUF, 1957). … 37. GURVITCH, Georges: “Breve Esboço da História da Sociologia”, no mesmo “Tratado de Sociologia-vol.1”, trad. Rui Cabeçadas, pp.51 a 98. … 38. GURVITCH, Georges: “Problemas de Sociologia Geral: sociologia em profundidade, microssociologia, agrupamentos particulares e classes sociais, as estruturas sociais, as sociedades globais e os tipos de suas estruturas, as regras da explicação em sociologia: as variações das fórmulas do determinismo sociológico”; no mesmo “Tratado de Sociologia-vol.1”, tradução Alberto Ferreira, pp.219 a 345. … 39. GURVITCH, Georges: “Problemas de Sociologia do Conhecimento”, in Gurvitch et al. ”Tratado de Sociologia-vol.2”, trad.: Ma. José Marinho, revisão: Alberto Ferreira, Porto, Iniciativas Editoriais, 1968, pp.145 a 189 (1ªedição em Francês: Paris, PUF, 1960). … 40. HABERMAS, Jürgen: “Théorie et Pratique-vol.2”, tradução e prefácio: Gérard Raulet, Paris, Payot, 1975, 238pp. (1ªedição em Alemão, 1963). … 41. HABERMAS, Jürgen: “La Technique et la Science comme Ideologie”, tradução e prefácio J-R. Ladmiral, Paris, Gallimard, 1973, 211 pp. (1ªedição em Alemão: Frankfurt, Suhrkamp, 1968). … 42. HALL, Stuart: “O Interior da Ciência: Ideologia e a Sociologia do Conhecimento”, tradução Rita Lima, in CENTRE FOR CONTEMPORARY CULTURAL STUDIES da Universidade de Birminghan : “Da Ideologia”, Rio de Janeiro, Zahar, 1980, pp.15 a 44. … 43. HEGEL, G.W.F.: “La Raison dans l’Histoire”, introdução, notas e tradução Kostas Papaioannou, Paris, ed.10/18-Plon, 1965, 311 pp. (traduzido da edição alemã de 1955). … 44. KOJÉVÈ, Alexandre : ‘’Introduction à la Lecture de Hegel’’, 2ªedição, Paris, Gallimard, 1971, 598pp. (1ªedição 1947). … 45. KOLAKOWSKI, LESZEK: ‘’A Presença do Mito ‘’, tradução José Viegas Filho, apresentação J.G.Merquior, Brasília, editora Universidade de Brasília, 1981, 112 pp. (1ªedição em Polonês, 1972). … 46. KUHN, Thomas S.: ‘’A Estrutura das Revoluções Científicas’’, sem nome de tradutor, São Paulo, editora Perspectiva, 2ªedição, 1978, 257 pp. (1ªedição em Inglês, University of Chicago Press, 1962)… 47. LEFÉBVRE, Henri: "Psicologia das Classes Sociais", in GURVITCH e al.: ‘ Tratado de Sociologia-vol.2’, tradução Almeida Santos, revisão Alberto Ferreira, Porto, Iniciativas Editoriais, 1968, pp.505 a 538 (1ªedição em francês : Paris, PUF, 1960 ). … 48. LEFÉBVRE, Henri: ‘Metafilosofia: prolegômenos ‘, tradução e introdução Rolando Corbusier, Rio de Janeiro, editora Civilização Brasileira, 1967, 399 pp. (1ªedição em Francês: Paris, ed. De Minuit, 1965). … 49. LEFÉBVRE, Henri: ‘Sociologia de Marx’, tradução Carlos Roberto Alves, Rio de Janeiro, Forense, 1968, 145 pp. (1ªedição em Francês: Paris, PUF, 1966). … 50. LOURAU, René: ‘A Análise institucional’, tradução Mariano ferreira, Petrópolis, editora Vozes, 1975, 296pp. (1ªedição em Francês: Paris, ed. De Minuit, 1970). … 51. LOWY, Michael: ‘Para una Sociología de los Intelectuales Revolucionarios : la evolución politica de Lukacs-1909/1929’, tradução Ma. Dolores Pena, México, Siglo Veintiuno editores, 1978, 309 pp. (1ªedição em Francês: Paris, PUF, 1976). … 52. LUKACS, Georges: ‘Marx y Weber : reflexiones sobre la decadencia de la ideología’, in HOROWITZ, Irwin L. : ‘Historia y Elemientos de la sociología del conocimiento-tomo I ’ , artigo extraido de LUKACS, G. : ‘Karl Marx und Friedrich Engels als Literaturhistoriker’, Berlim, Aufbau, 1948; tradução Carlos Guerrero, Buenos Aires, Eudeba-editora da universidade de Buenos Aires, 3ªedição, 1974, pp.49 a 55. …… 53. LUKACS, Georges: ‘Le Roman Historique’, tradução Robert Sailley, prefácio C-E. Magny, Paris, Payot, 1972, 407 pp. (1ªedição em Alemão: Berlim, Aufbau, 1956). … 54. LUKACS, Georges: ‘Histoire et Conscience de Classe’, tradução e prefácio Kostas Axelos, Paris, ed.De Minuit, 1960, 382pp. (1ªedição em Alemão: Berlim, Malik, 1923). … 55. LUYPEN, W.: ‘Fenomenología del Derecho Natural’, tradução Pedro Martín Cámara, Buenos Aires, editor Carlos Lohlé, 1968, 268pp.(1ªedição em neerlandês)……. 56. MANNHEIM, Karl: ‘Ideologia e Utopia: uma introdução à sociologia do conhecimento’, tradução Sérgio Santeiro, revisão César Guimarães, Rio de Janeiro, Zahar editor, 2ªedição, 1972, 330 pp. (1ªedição em Alemão, Bonn, F.Cohen, 1929; 2ªedição remodelada em Inglês, 1936). … 57. MARCUSE, Herbert: ‘Cultura y Sociedad’, tradução E.Bulygin e E. Garzón Valdés, Buenos Aires, editorial Sur, 3ªedição, 1968, 126 pp. (1ªedição em Alemão, Frankfurt, Suhrkamp, 1965). … 58. MARX, Karl: ‘Le Capital-Livre I’, traduzido em 1872 por J.Roy, apresentação Louis Althusser, Paris, Garnier-Flammarion, 1969, 699 pp. (1ªedição em Alemão: 1867). … 59. MARX, Karl: ‘Manuscrits de 1844 (Économie Politique et Philosophie)’, tradução e notas E.Bottigelli, Paris, Ed.Sociales, 1969, 175 pp. (conforme o texto alemão publicado em Berlim entre 1953 e 1955). … 60. MARX, Karl: ‘Contribution a la Critique de l’Économie Politique’, tradução da edição alemã de Berlim 1951, por Maurice Husson et Gilbert Badia, Paris, Editions Sociales, 1957, 309 pp. (1ªedição em Alemão: 1859). … 61. MARX, Karl: ‘Théses sur Feuerbarch’ (redigidas em Bruxelas em 1845), sem nome de tradutor, in ‘Études Philosophiques-Textes Choisis’, Paris, ed.Sociales, 1968, pp.61 a 64. … 62. MAUSS, Marcel: ‘Sociologia e Antropologia-vol.I’, tradução Lamberto Puccinelli, São Paulo, EPU/editora da Universidade de São Paulo EDUSP, 1974, 240pp. (1ªedição em Francês: Paris, PUF, 1950). … 63. MAUSS, Marcel: ‘Sociologia e Antropologia-vol.II’, tradução Mauro Almeida, São Paulo, EPU/EDUSP, 1974, 331pp. … 64. McLENNAM, Gregor; MOLINA, Victor; PETERS, Roy: ‘A Teoria de Althusser sobre a Ideologia’, tradução Rita Lima, in CENTRE FOR CONTEMPORARY CULTURAL STUDIES da Universidade de Birminghan : ‘Da Ideologia’, Rio de Janeiro, Zahar, 1980, pp.101 a 137 (1ªedição em Inglês : Londres, Hutchinson, 1978). … 65. MERLEAU-PONTY, Maurice : ‘Les Aventures de la Dialectique’, Paris, Gallimard , 1955, 315pp. …… 66. MONDOLFO, Rodolfo: ‘Sócrates’, tradução Lycurgo Motta, São Paulo, editora Mestre Jou, 2ªedição, 1967, 107 pp. (1ªedição em castelhano, 1959). … 67. PIAGET, Jean : ‘Epistemologia des Sciences de l’homme’, Paris, Gallimard, 1970, 380pp. 68. POPPER, Karl: ‘Conhecimento Objetivo: uma abordagem evolucionária’, tradução Milton Amado, São Paulo/Belo Horizonte, EDUSP/editora Itatiaia, 1975, 394 pp, traduzido da edição inglesa corrigida de 1973 (1ªedição em Inglês: Londres, Oxford University Press, 1972). … 69. POPPER, Karl: ‘A Sociedade Aberta e seus Inimigos-1ºvol. : o fascínio de Platão ’, traduzida da edição inglesa revista e atualizada de 1973 por Milton Amado, São Paulo/Belo Horizonte, EDUSP/ed.Itatiaia, 1974, 394 pp. (1ªedição em Inglês: Nova Zelândia, 1944; 1ªedição em português: 1959, traduzida da edição londrina de 1957). … 70. POPPER, Karl: ‘A Sociedade Aberta e seus Inimigos-2ºvol: a preamar da profecia – Hegel, Marx e a colheita’, tradução Milton Amado, São Paulo/Belo Horizonte, EDUSP/ed.Itatiaia, 1974, 416 pp… 71. POPPER, Karl: ‘A Lógica da Pesquisa Científica’, traduzida da edição alemã de 1973 por Leonidas Hegenberg e Octanny Silveira da Mota, São Paulo, Editora Cultrix/EDUSP, 1975, 567pp. (1ªedição em Alemão: Viena, 1934). … 72. RICOEUR, Paul: ‘Interpretação e Ideologias’, organização, apresentação e tradução dos artigos originais em francês por Hilton Japiassu, Rio de Janeiro, editora Francisco Alves, 1977, 172 pp… 73. SARTRE, Jean Paul : ‘Critique de la Raison Dialectique – Tome I : théorie des ensambles pratiques (précedé de Questions de Méthode)’, Paris, Gallimard, 1960, 756pp. …… 74. SEBAG, Lucien : ‘Marxisme et Structuralisme’, Paris, Payot, 1964, 265pp. …… 75. STARK, Werner : ‘Los Antecedentes de la sociología del Conocimiento’, in HOROWITZ (organizador) : ‘Historia y Elementos de la Sociología del Conocimiento – tomo I’, artigo extraído de STARK,W. :’The Sociology of Knowledge’ , Glencoe, Illinois, The Free Press, 1958 ; tradução Arturo Napolitano, Buenos Aires, EUDEBA, 3ªedição, 1974, pp.3 a 23 (1ªedição em castelhano, 1964). …… 76. WEBER, Max: ‘Ensaios de Sociologia-organização e introdução de Hans Gerth e Wrigth Mills’, tradução Waltensir Dutra, revisão Fernando Henrique Cardoso, 2ªedição, Rio de Janeiro, Zahar, 1971, 530 pp. (1ªedição em Inglês: Oxford University Press, 1946). … 77. WITTGENSTEIN, Ludwig: ‘Tractadus Logico-philosophicus’, tradução Pierre Klossowski, introdução Bertrand Russel, Paris, Gallimard, 1961, 177 pp. (1ªedição em Alemão: 1921). … 78. WRIGHT MILLS, Conrad: ‘Consecuencias Metodológicas de la Sociología del Conocimiento’, in HOROWITZ, I.L. (organizador) : ‘Historia y Elementos de la Sociología del Conocimiento – tomo I’, artigo extraído de WRIGHT MILLS, C. : ‘Power, Politcs and People’, New York, Oxford University Press, 1963 ; tradução Noemi Rosenblat, Buenos Aires, EUDEBA, 3ªedição, 1974, pp.143 a 156. … 79. WINCH, Peter: ‘Ciencia Social y Filosofia’, tradução Ma. Rosa Viganó, Buenos Aires, Amorrortu, 1972, 135 pp. (1ªedição em Inglês: Londres, R.Kegan, 1958).

 

 

5 de setembro de 2006

Obras e Projeto de Jacob (J.) Lumier: Abordando a Sociologia do Conhecimento III.

 

DESCRIÇÃO DA SÉTIMA POSTAGEM

 

Sobre a Produção Leituras do Século XX

http://www.leiturasjlumierautor.pro.br

 

– Sétima Parte

(continuação da sexta parte)

 

 Categorias: formação (em sociologia); e-book monográfico;

Bibliografia; sociedade de informação.

 

Palavras-chave:   sociedades globais; realidade social; sociabilidade, tempos múltiplos, perspectivação do conhecimento.

 

OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER…

         SÉTIMA POSTAGEM:

Abordando a sociologia do conhecimento III.

 

 

 

VER NESTA SÉTIMA POSTAGEM:

· COMPLEMENTAÇÃO DA SEQUÊNCIA INICIAL DA OBRA 02 INTITULADA:

·  "ASPECTOS DA SOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO: REFLEXÃO EM TORNO ÀS ANÁLISES SOCIOLÓGICAS DE GEORGES GURVITCH.doc", 548 fls, e-book, (897kb. zip),

· com bibliografia e

· índices remissivo e analítico eletrônicos.

·  incluindo a CRONOLOGIA

 

 

 

 

 

##### CRONOLOGIA

SOBRE AS DATAS DAS PRINCIPAIS OBRAS E

A EVOLUÇÃO INTELECTUAL DE GURVITCH.

###1925 – Georges Gurvitch prepara sua carreira intelectual. · Tendo deixado a Rússia em 192O, onde nasceu em 1894, já publicara na língua desse país, em 1917, ‘Rousseau e a Declaração dos Direitos: a idéia de direitos inalienáveis do indivíduo na doutrina política de Rousseau’. · Chegará em França após haver lecionado em Praga de 1921 a 1924, período no qual publicou, em Alemão, ‘A Filosofia do Direito de Otto V. Gierke’ (Tubingen, 1922) e ‘A Ética Concreta de Fichte’ (Tubingen, 1924). · Na França desde 1925 faz relações com Léon Brunschvicg, quem lhe assegurará cursos livres na Sorbonne consagrados à filosofia alemã. Aproxima-se de Lucien Levy-Bruhl, Jean Wahl, Marcel Mauss e Maurice Halbwacs. ###1930– ‘Les Tendences Actuelles de la Philosophie Allemand : E. Husserl, M. Scheler, E. Lask, M. Heidegger’, Paris, Vrin, 2ªedição em 1949. ###1932- Teses de doutorado em Lettres : · ‘L’idée du Droit Social : notion et système du droit social, histoire doctrinale depuis le XVIéme siècle jusqu’à la fin du XIXéme siècle’, Paris, Librairie du Recueil Sirey. · ‘Le Temps Present et L’Idée du Droit Social’, Paris, Vrin. ###1935– · Gurvitch sucede a M. Halbwacs na Universidade de Strasbourg. · Publica ‘L’Experience Juridique et la Philosophie Pluraliste du Droit’, Paris, A.Pédone. ###1936- · Primeiro artigo de Gurvitch sobre Microssociologia estabelecendo as orientações fundamentais dessa disciplina : ‘Analyse Critique de quelques Classifications des formes de sociabilité’, in Archives Juridiques. ###1937- · ‘Morale Théorique et Science des Moeurs : leurs possibilités, leurs conditions’, Paris, Felix Alcan ; – 3ªedição remanejada em 1961 : PUF. · Gurvitch publica novo artigo sobre Microssociologia estabelecendo as bases e os conteúdos dessa disciplina, com o seguinte título : ‘Essai d’une Classification Pluraliste des Formes de Sociabilité’, in Annales Sociologiques, serie A, fascículo III. ###1938- ‘Essais de Sociologie : les formes de sociabilité, le probleme de la conscience coletive, la morale de Durkheim’, Paris, Sirey. · As versões definitivas desses ensaios reelaborados serão posteriormente inseridas nos volumes de ‘La Vocation Actuelle de la Sociologie’, inclusive os temas sobre sociedades arcaicas. ###1940- ‘Eléments de Sociologie Juridique’, Paris, Aubier. ###1941 a 1945- · Nos Estados Unidos, convidado pela New School for Social Reserch de New York, Georges Gurvitch contribui à fundação da École Libre des Hautes Études. Aí, em discurso comemorativo datado em 1941, expõe ‘A Teoria Sociológica de Bergson’, posteriormente inserido em ‘A Vocação Actual da Sociologia-vol.II’. · Ainda em 1941, Gurvitch divulga novo artigo sobre Microssociologia intitulado ‘Mass, Community and Communion’, publicado no The Journal of Philosophy. · Publica em 1942 sua ‘Sociology of Law’, com prefácio de Roscoe Pound : New York, reeditado em Londres, em 1947 e em 1953. · Em 1944, publica, na coleção dirigida por Jacques Maritain, ‘La Déclaration des Droits Sociaux’, edição de la Maison de France, também em New York -posteriormente publicado em Paris, chez Vrin, 1946. · Em 1945, publica seu artigo ‘Social Control’, inserido na obra coletiva ‘Twentieth Century Sociology’, que, em sua primeira experiência como diretor, Gurvitch dirige em colaboração com W.E. Moore, em New York, a qual será posteriormente divulgada em Paris, em 1947 : ‘La Sociologie au Vingtiéme Siècle’, 2vols., PUF. · Relações com Pitirim Sorokim e com J.L. Moreno. ###1945- Gurvitch leciona novamente em Strasbourg. ###1946- · Gurvitch funda o Centre d’Études Sociológiques. · Cria os Cahiers Internationaux de Sociologie, publicados inicialmente junto às editions du Seuil, depois, junto às Press Universitaires de France-PUF, exercendo em vida como diretor dos Cahiers desde o vol. I até o vol.XL, sendo substituído depois de Dezembro de 1965 por Georges Balandier. ###1949– · Georges Gurvitch é eleito à Sorbonne. · Neste mesmo ano, assume a direção da obra coletiva ‘Industrialisation et Technocratie’, publicada em Paris, Armand Colin. ###1950- · Georges Gurvitch é eleito à École Pratique des Hautes Études, de onde promoverá a expansão das Ciências Sociais, seja (a)- fazendo viagens como professor convidado na América Latina, Brasil, Canadá, Japão, Europa, Mediterrâneo, etc., seja (b)- incentivando e desenvolvendo pesquisas como o Laboratório de Sociologia do Conhecimento, ou ainda (c)- elaborando e ensinando sobre a desdogmatização da sociologia de autores clássicos como Saint-Simon, Proudhon, Marx, Durkheim e Mauss. · Neste mesmo ano, publica ‘La Vocation Actuelle de la Sociologie-tome I: vers une sociologie différentielle’, Paris, PUF, 4ªedição em 1969, considerada a primeira expressão completa de sua teoria sociológica. ###1954- Le Concept des Classes Sociales de Marx à nos Jours’, Paris, Centre de Documentation Universitaire-CDU -2ªedição em 1960 ; republicado na coleção Mediations em 1966, com o título de ‘Études sur les Classes Sociales’, Paris, Gonthier. ###1955- · ‘Les Fondateurs Français de la Sociologie Contemporaine : Saint-Simon, sociologue ; P-J. Proudhon, sociologue’, Paris, CDU -2ªedição em 1961. · ‘Determinismes Sociaux et Liberté Humaine : vers l’étude sociologique des cheminements de la liberté’, Paris, PUF -2ªedition em 1963 . ###1957- · Gurvitch é o diretor da obra coletiva ‘Traité de Sociologie’, em 2 volumes, publicada a Paris, PUF –o primeiro volume nesta data e o segundo volume será publicado em 1960 ; -a 3ªedição dessa obra completa data de 1968. · Aparece ‘La Vocation Actuelle de la Sociologie -tome II : antécedents et perspectives’, Paris, PUF. · Gurvitch tem publicado mais um de seus cursos na Sorbonne : ‘Pour le Centenaire de mort d’August Comte’, Paris, CDU -2ªedition 1961. ###1961- · ‘La Sociologie de Karl Marx’, Paris, CDU – em sua versão definitiva esse curso será incluído na segunda edição do volume II de ‘La Vocation Actuelle de la Sociologie’, Paris, PUF, 1963. · ‘La Multiplicité des Temps Sociaux’, Paris, CDU -posteriormente reelaborado e incluído em ‘La Vocation Actuelle de la Sociologie –tome II’, 2ªedition. ###1962‘Dialectique et Sociologie’, Paris, Flammarion -2ªedition, 1972. ###1965‘Proudhon et Karl Marx’, Paris, CDU. ###1966- ‘Les Cadres Sociaux de la Connaissance’, Paris, PUF. ###Fonte complementar : BALANDIER, Georges : ‘Gurvitch’, Paris, PUF, 1972, col. Philosophes, 120pp.

5 de setembro de 2006

Obras e Projeto de Jacob (J.) Lumier: Reconhecendo as redes de cultura das tecnologias da informação e da comunicação como quadros de referência.

 

DESCRIÇÃO DA OITAVA POSTAGEM

 

 

 

 Sobre a Produção Leituras do Século XX

http://www.leiturasjlumierautor.pro.br

 

– Oitava Parte

 

 Categorias: sociedade de informação; comunicação social;

formação (em sociologia); biblioteca virtual.

 

Palavras-chave:   ciberespaço, cultura do compartilhamento,

 Sociologia, conhecimento, técnica e tecnologia, pluralismo.

 

OBRAS E PROJETO DE JACOB (J.) LUMIER…

         OITAVA PARTE:

Reconhecendo as redes de cultura das tecnologias da informação e

da comunicação como quadros de referência.

 

 


 

VER NESTA OITAVA POSTAGEM:

 

 TEXTO DO  ARTIGO  DE JACOB (J.) LUMIER

PUBLICADO EM REVISTA INTERNACIONAL INTITULADO

 “TÓPICOS PARA UMA REFLEXÃO

SOBRE A TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

 (RELAÇÕES ENTRE TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E SOCIEDADES)”

 -PDF- 09/01/2006, publicado no Boletin nº47 da OEI e

 junto ao programa "Sala de Lectura CTS+I; sección Sociedade de Información",

da Organización de Estados Iberoamericanos

para la Educación, la Ciencia y la Cultura-OEI,

http://www.campus-oei.org/salactsi/.

 

· EMENTA:

 

 "A teoria de comunicação social

 tem se caracterizado por refletir as situações da indústria cultural no âmbito da sociedade de informação. Aprofundando nas tecnologias da informação em redes (P2P), voltou-se, de uns tempos para cá,como é sabido, ao exame do fenômeno de uma quantidade gigantesca de informação (livros, músicas, softwares, filmes, imagens) que flui de forma descentralizada e frenética pelas redes no ciberespaço, dando lugar ao que chamou “cultura do compartilhamento”, em relação à qual sugere uma noção tecnológica do conhecimento diferente de sua compreensão sociológica. Via de regra, este é o assunto que se discute em torno às alterações sofridas pela indústria do copyright e pela propriedade da informação na indústria cultural".

 

· TEXTO COMPLETO:

TÓPICOS PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (relações entre tecnologias da informação e sociedades)

 Por JACOB (J.) LUMIER

sociólogo

Membro da Internet Society-isoc;

 http://www.leiturasjlumierautor.pro.br;   

leiturasjlumierautor@leiturasjlumierautor.pro.br

 

· 1. A TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL se insere no contexto da cultura da tecnologia como fenômeno social global (cultura na medida em que se trata de apreensão do ciberespaço, como redes de redes) levando ao surgimento da sociedade de informação, como consagração do princípio da virtualidade real, de que nos falou Manuel CASTELLS ("The Internet Galaxy: reflections on the internet, business and society", Oxford (England), Oxford University Press, 200l.). Ela dá expressão ou reflete esse processo de formação, e o faz voltada para a indústria cultural (esta é mais antiga, vem dos anos vinte) que é um dos setores dessa cultura da tecnologia (em inelutável expansão desde os anos cinqüenta). A sociedade de informação é uma unidade coletiva surgida com o desenvolvimento tecnológico, cuja obra a realizar é o desenvolvimento das tecnologias da informação, para o que, conforme assinalou Vicente Ortega, articula os três âmbitos mencionados por Arnold Pacey, no livro The culture of technology, publicado en 1983 -el científico-técnico, el organizacional y el cultural- (NOTA 01) e afirma uma ideologia ou um discurso como expressão de seu desenvolvimento, do qual participa a TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL à medida que, por sua vez, se afirma dentro da sociedade de informação e

 não vê as sociedades além desta, como o pluralismo cultural e linguístico,

 por exemplo, que escapa ao domínio da TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL.

· 2. A sociedade da informação é um aprofundamento na cultura da tecnológia (consagra como foi dito o princípio da virtualidade real). Todavia é preciso levar em conta que a apreensão do ciberespaço, base dessa cultura da tecnologia, não se dá indiferentemente aos conteúdos comunicados, aos temas percebidos

 (como as próprias relações entre tecnologias e sociedades),

às línguas ou às significações nelas e por elas apreendidas (as criações e os produtos segregados no ciberespaço, como virtualidades reais, desdobram-se desses conteúdos, desses temas percebidos, ainda que se possa observar o surgimento da atividade de “conteúdista de software”, invertendo aparentemente a ordem das funções mas

consagrando a prioridade e a anterioridade dos conteúdos).

· 3. A TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, como discurso da cultura da tecnologia voltado para apreciar as situações surgidas nas redes de redes, trata seu objeto (a mensagem, o medium, a mídia) sem considerar as línguas em que as informações são comunicadas em texto, nem a determinação que a particularidade das línguas impõe aos conteúdos ou constitui os conteúdos. Dá por suposto que a língua dos conteúdos informativos é tão formal ou indiferente quanto os algoritmos da linguagem tecnológica ou digital que constitui o medium (software, por ex.). Supõe um monismo da língua nas informações. Neste sentido, a recolocação do tema e do problema das relações entre tecnologias e sociedades, acentuando o aspecto da variedade nessas relações, passa pela discussão sobre a TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL em face do pluralismo cultural e linguístico. Note-se que do ponto de vista do pluralismo há uma relativa autonomia dos conteúdos, sendo legítimo tratar ou classificar as informações desde o aspecto temático e distinguir assim, por diferença da sociedade da informação à qual estão ligadas como as suas regiões diferenciais, as sociedades do saber, nas quais os conteúdos informativos são realçados nas classificações variadas, em face dos critérios exclusivamente tecnológicos ou das situações econômicas típicas

resultantes das dinâmicas das redes de redes na Internet.

· 4. O pluralismo cultural e linguístico é uma realidade sociológica independente e individualizada, não é um produto da cultura da tecnologia embora lhe seja transversal ou interveniente; o pluralismo cultural e linguístico torna possível perceber ou dar expressão às relações entre tecnologias e sociedades com anterioridade ao sistema da cultura da tecnologia (os três âmbitos mencionados), isto é, como sendo um conjunto de relações que não se reduz ao nível do que é produzido nesse sistema mas introduz um princípio de variabilidade no mesmo. Tal o quadro de referência que permite uma apreciação crítica das premissas na TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL.

·  5. Seja como for, podemos constatar que o estudo das relações entre tecnologias e sociedades sendo feito com atenção ao pluralismo, leva a assinalar não só várias ambiguidades no sistema da cultura tecnológica, mas, por esta via, permite realçar certas alterações na linha do desenvolvimento das tecnologias da informação.

·  6. Lembre-se a este respeito que: Ø “la posición de fuerza de los medios de comunicación en el comercio externo está relacionada, por un lado, con la buena comercialización de sus productos (cine, radiotelevisión, vídeo) y, por otro, con la capacidad que tienen éstos para generar audiencias sobre la base de una relación calidad/precio competitiva. Pero en ambos casos dependen en su mayor parte de las características del mercado interno”. “El año 2001 estuvo marcado por un neto decrecimiento del mercado mediático tras diez años de continua expansión. La causa principal fue la reducción de un 6,2 por ciento de la inversión publicitaria La crisis alcanzó al uso instrumental de los productos de la industria del copyright pero no a su mercado de consumo, que en su mayor parte continuó creciendo. A pesar de la fuerte caída de las inversiones publicitarias –que no se había registrado de forma tan pronunciada desde la II Guerra Mundial- el gasto de los consumidores en medios de comunicación continuó creciendo, registrando un aumento del 6,5 por ciento con respecto al año precedente (cf. RICHERI, Giuseppe:”Una actividad en pleno crecimiento.La industria del copyright en la economía de Estados Unidos”, Revista TELOS, Julio-Septiembre 2004 || Nº 60 Segunda Época). Ø “La importancia estratégica de las industrias del copyright no solo se debe a que se trata de uno de los segmentos más dinámicos de la economía estadounidense, o al hecho de que hoy parece desempeñar, en el desarrollo económico general, el mismo rol que la industria pesada en épocas pasadas. Su importancia se debe sobre todo al hecho de que esta industria ha alcanzado un nivel de expansión internacional muy elevado, y al hecho de que sus productos –mucho más que cualquier otra clase de producto– se caracterizan por su doble valor económico y socio-cultural”(ib.ibidem). E este autor mencionado nos lembra ainda que a relevância dessa última característica “es evidente si se tienen en cuenta las iniciativas que la Unión Europea está tomando para reforzar la competitividad de sus productos y para elevar las barreras de entrada a los productos norteamericanos”(ib.ibidem). Ø Constata-se a vulnerabilidade da indústria do copyright · “como consecuencia del uso de Internet para intercambiar y distribuir gratuitamente ‘entre pares’ (peer to peer), atingindo não só aos CD musicais, mas, “con el desarrollo de las redes de banda ancha, a otros sectores

como el de la industria cinematográfica” (ib.ibidem).

Ø Desta forma, chega-se à conclusão de que “estas nuevas formas de liberación espontánea de los flujos internacionales de “información”, como consecuencia del desarrollo de las redes y servicios de telecomunicaciones, plantea nuevos problemas al menos sobre dos frentes: § el de las empresas que poseen y gestionan el copyright y ven amenazados sus ingresos; y § el no menos importante relacionado con el incremento de los desequilibrios en los intercambios internacionales, los cuales se profundizarán a través de las nuevas redes y serán difíciles de evaluar y regular, como lo viene intentando la Unión Europea desde hace tiempo”(ib.ibidem).

· 7. De fato, é neste ponto que a TEORIA DE COMUNICAÇÃO encontra o tema que lhe dá projeção como teoria conjectural. O estudo das redes de redes introduz na sociedade de informação um quadro diferencial que exige uma apreciação mais ou menos profunda para ser compreendido. Aos olhos da TEORIA DE COMUNICAÇÃO os “programas peer-to-peer (P2P), como eMule, Gnutella, eDonkey, BitTorrent e outros tantos permitiram que, de conteúdos compartilhados nos servidores, a rede se estendesse, desde a base dos 340 milhões de computadores ligados à rede (junho de 2005) para os computadores pessoais dos usuários da rede, ou seja, estendendo o intercâmbio de conteúdo para outras 910 a 940 milhões de máquinas em uso (eTForecast, 2005). Trata-se de uma quantidade gigantesca de informação que flui de forma descentralizada e frenética pela rede” (cf. Machado, Jorge Alberto S.: “Difusão do conhecimento e inovação – o Acesso Aberto a publicações científicas” pdf;

Gestão de Políticas Públicas, EACH/USP).

· 8. No estudo dessa situação da indústria cultural na sociedade de informação, a TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL não só nos oferece uma descrição da mentalidade no círculo dos administradores e usuários das redes de redes, à qual chama “cultura do compartilhamento” mas, por esta via, nos deixa ver uma noção do conhecimento bastante submetida ao ponto de vista da tecnologia e ao aspecto quantitativo. Põe em relevo as mudanças verificadas no complexo sistema de produção, distribuição, logística, planejamento que envolvia as relações entre o produtor/autor e o consumidor na indústria cultural. Tomadas em conjunto, as tecnologias da informação e comunicação e a dinâmica da Internet, tanto pela introdução do suporte virtual quanto pela expansão das redes “P2P”, tiveram várias conseqüências levando a quebrar o elo em torno da função de fazer o conhecimento chegar ao cidadão/consumidor, que frequentemente era uma função assumida pelas editoras e gravadoras com suporte convencional: Ø Colocaram em cheque a propriedade do conhecimento, pois “qualquer obra humana que possa ser convertida em bits pode ser reproduzida indeterminadas vezes e facilmente distribuída”; Ø Em face dessa qualidade inverteu-se o procedimento da comercialização passando-se a falar mais em “vender o suporte do que a informação”, tendendo-se a “pagar apenas pelos átomos”; Ø Observou-se o surgimento, nesse âmbito digital, de “uma comunhão de bens culturais, técnicos e científicos considerados ‘públicos’ “(…) em que “o único constrangimento para a reprodução, distribuição deve ser o controle do autor sobre a integridade de seu trabalho e o direito de sua propriedade intelectual e devida citação” (ib.ibidem).

· 9. Portanto, afirma-se a exigência de rever os papéis econômicos, para o que a TEORIA DE COMUNICAÇÃO sugere que o contexto configurado pelos programas peer-to-peer (P2P) seja tomado como modelo. Quer dizer, estariamos diante de um contexto em que “a informação e, principalmente, o conhecimento são tanto insumos como produtos cada vez mais importantes para a produção cultural, econômica, artística, intelectual e, assim, para o desenvolvimento econômico e social”, estabelecendo-se a configuração de “um novo paradigma da difusão e construção do conhecimento”, o qual seria observado no “compartilhamento através das redes de criação e inovação”, o qual a TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL torna seu modelo principal de análise e interpretação, seguinte: Ø “O compartilhamento do conhecimento tem sido a base da inovação e da produção de novos conhecimentos. As modernas tecnologias de informação e comunicação proporcionam ferramentas inovadoras para o intercâmbio de conhecimento em nível global e em tempo real; Ø Consolida-se cada vez mais uma cultura do compartilhamento, baseada principalmente nas comunidades de interesses e, cada vez mais, na troca entre particulares – nas redes do tipo P2P (ib.ibidem).

· 10. Na realidade, o que a TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL quer dizer quando nos fala de um novo paradigma de construção do conhecimento não é tanto o fato de que as tecnologias da informação possibilitam que o conhecimento técnico seja construído em seus conteúdos lógicos pelas próprias ferramentas tecnológicas, ou que as tecnologias sejam construídas pelas próprias tecnologias (os computadores constroem computadores, robôs constroem robôs), mas, simplesmente, que, ao quebrar-se o elo convencional em torno da função de fazer o conhecimento/informação/mensagem chegar ao consumidor, a difusão desse conhecimento tal como disponibilizado na indústria cultural, passa a sofrer os efeitos das redes de redes, de tal sorte que “o compartilhamento desse conhecimento tem sido a base da inovação e da produção de novos conhecimentos”. A noção de “construção” é portanto empregada no sentido preciso de que o conhecimento/informação/mensagem não é mais imposto desde cima pela indústria, mas o usufruto do mesmo, como conteúdo impresso/gravado socialmente comunicado, resulta do círculo dos administradores e usuários das novas tecnologias da informação, sobretudo do compartilhamento e das trocas entre os particulares decorrente das novas redes de redes, como a Internet.

· 11. Admite-se, então, que esse conhecimento/informação/mensagem assim difundido e desfrutado, em redes de redes, introduz novas referências para a compreensão dos papéis na indústria cultural, já que, por sua vinculação direta aos meios tecnológicos de difusão da informação, ou como extensões desses meios, sobretudo pela magnitude do seu volume e rapidez, adquire um valor econômico próprio que anteriormente não se verificava. Daí falar-se em conhecimento-insumo e em conhecimento-produto para chegar a uma análise dessa situação em que, como foi dito, “uma quantidade gigantesca de informação flui de forma descentralizada e frenética pela rede”. Quer dizer, trata-se de uma configuração particular do conhecimento técnico, como atividade de selecionar e classificar as informações recebidas das redes com o fim de fabricar, confeccionar ou elaborar produtos que retornem as informações para as redes, num encadeamento sucessivo e ininterrupto, no qual toda a informação já é um conhecimento técnico, já é uma atividade de selecionar e classificar informações em redes, conhecimento este tornado informação por seu estatuto duplamente instrumental nessa corrente circular (a informação como conhecimento-insumo e conhecimento-produto e vice-versa) e todo o consumidor/usuário vem a ser de alguma maneira autor/produtor cultural e vice-versa, com todos esses papéis revertendo em benefício do desenvolvimento sustentado das próprias tecnologias da informação. Tal o seu valor econômico.

· 12. Portanto, a novidade não é tanto o incremento do conhecimento técnico, que já é predominante nos tempos modernos, mas, sim, a mudança dos papéis econômicos na indústria cultural em decorrência desse incremento, os quais como dissemos passam a reverter em benefício do desenvolvimento das tecnologias da comunicação, pressionando não só a indústria cultural mas toda a indústria do copyright. A TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL sofre, pois, os efeitos dessa pegada das tecnologias da informação/comunicação e nos deixa ver seu componente discursivo na sua propria maneira de formular tal configuração particular do conhecimento técnico em termos de conhecimento-insumo e de conhecimento produto, já que promove desse modo os valores do utilitarismo (não é tanto o conhecimento que importa, mas a utilidade da atividade classificadora –como insumo– para o desenvolvimento das tecnologias da comunicação). Ou seja, em face da potenciação do conhecimento técnico como atividade classificadora em redes, diretamente exercida no prolongamento das próprias tecnologias da informação e em benefício do desenvolvimento destas, e que, portanto, pode ser definida como uma atividade tecnológica, cabe indagar se a TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL ao conceitualizar tal atividade classificadora em redes como conhecimento-insumo –um valor econômico ou sócio-econômico – não estaria incorrendo numa projeção (pelo utilitarismo) para o domínio dos símbolos sociais daquela potenciação do conhecimento técnico? Não estaria revalorizando uma “noção tecnológica do conhecimento” (atividade tecnológica impulsionando o desenvolvimento das próprias tecnologias da informação), ao invés de sua compreensão sociológica?

 (Neste sentido, a “cultura do compartilhamento” seria o modo

pelo qual o desenvolvimento das tecnologias da informação

 se beneficia da mudança dos papéis na indústria cultural).

· 13. Do ponto de vista da sociologia, o termo conhecimento não é utilizado para representar atividade de outra ordem nem encobre afirmação de valores morais. Do que foi dito acima, a atividade de selecionar e classificar as informações recebidas das redes com o fim de fabricar, confeccionar ou elaborar produtos que retornem as informações para as redes, é, com certeza, conhecimento técnico, mas se essa atividade pode ter o efeito de beneficiar o desenvolvimento sustentado das próprias tecnologias da informação é um valor sócio-econômico que já extrapola e é exterior ao nível do conhecimento propriamente dito, ainda que ao mesmo apareça acoplado. A atividade que se desenrola em prolongamento da ferramenta tecnológica incorpora um condicionamento estranho aos juízos cognitivos. Ainda que se possa falar de “apreensão” relativamente ao ciberespaço está claro que não se trata das amplitudes concretas apreendidas na experiência humana, base dos objetos do conhecimento, haja vista a parte que cabe às máquinas inteligentes em tal “apreensão”. A sociologia do conhecimento, como disciplina das Ciências Humanas, já mostrou que a capacidade de encontrar correlações e tirar inferências gera-se no espaço da sociabilidade, no qual está mergulhado o mundo exterior da percepção, espaço que já é apreendido nos Nós,

como o primeiro foco da experiência humana

 (ver, LUMIER, Jacob (J.): Internet, “Aspectos da Sociologia do Conhecimento: Reflexão em torno às análises Sociológicas de Georges Gurvitch .doc”,

548 fls., 2005, bibliografia e índices remissivo e analítico

 eletrônicos, (896KB.zip); através de

leiturasjlumierautor@leiturasjlumierautor.pro.br ;

ou pelo website “Produção Leituras do Século XX”, em http://www.leiturasjlumierautor.pro.br.

Notas Complementares

· #####Nota 01: A noção de uma cultura da tecnologia foi posta em relevo, dentre as publicações eletrônicas de língua espanhola, por Vicente Ortega (“Tecnologías y Sociedad de la Información” – Revista TELOS Abril-Junio 2004 || Nº 59 Segunda Época), numa reflexão proposta a partir do mencionado livro de Arnold Pacey. Segundo V. Ortega, trata-se alí de promover o “conceito moderno de tecnologia”, como visión multisciplinar da qual são aspectos conjugados a comunicação (sem a qual não há cultura), a tecnologia e a sociedade. As relações entre tecnologias e sociedades dão lugar a um sistema combinando “tres ámbitos o aspectos: el científico-técnico, el organizacional y el cultural. El primero incluye el conocimiento científico-técnico experimental, los procedimientos y habilidades técnicas, las fuentes de energía, los recursos naturales, las máquinas, aparatos y herramientas, etc. El segundo ámbito engloba los conocimientos y las actividades económicas y empresariales, sindicales y profesionales, las administraciones públicas y organizaciones de consumidores y otros aspectos parecidos propios del mundo de la economía, los servicios y la gestión. Por último, el ámbito cultural comprende aspectos más generales e indefinidos como los fines, los valores, las creencias, las costumbres, las ideas de creatividad, riesgo, progreso, etc., que constituyen el caldo de cultivo predominante en una determinada sociedad”. Do ponto de vista assim localizado, a sociedade de informação aparece como instância do “desarrollo tecnológico sostenible de las tecnologías de la Información”, sendo representada em seus fins ideais (1)-como foco de “nuevos tipos de información y nuevos servicios que contribuyen a un cambio de hábitos culturales que tienden a modificar los comportamientos sociales”; (2)-como un “estadio del desarrollo de la sociedad caracterizado por la capacidad de sus miembros –individuos, organizaciones e instituciones– para crear, procesar, comunicar, obtener y compartir libremente cualquier tipo de información, en cualquier lugar y en cualquier momento”; (3)- a que se conjugam, como necessárias, “las infraestructuras, sistemas y servicios de telecomunicaciones e informática, es decir las tecnologías propriamente ditas”.

·  Bibliografia Comentada:

1) CASTELLS, Manuel ("The Internet Galaxy: reflections on the internet, business and society", Oxford (England), Oxford University Press, 200l. Tradução em português-brasileiro, Rio de Janeiro, editor Zahar, 2003); 2) LUMIER, Jacob (J.): Internet, e-book:, zip: “Aspectos da Sociologia do Conhecimento: Reflexão em torno às análises Sociológicas de Georges Gurvitch .doc”, 548 fls., 2005, bibliografia e índices remissivo e analítico eletrônicos, (896KB.zip); através de leiturasjlumierautor@leiturasjlumierautor.pro.br ; ou pelo website “Produção Leituras do Século XX”, em http://www.leiturasjlumierautor.pro.br 3) MACHADO, Jorge Alberto S.: “Difusão do conhecimento e inovação – o Acesso Aberto a publicações científicas” pdf; 2005, Gestão de Políticas Públicas, EACH/USP, ; 4) ORTEGA, Vicente: “Tecnologías y Sociedad de la Información” – Revista TELOS Abril-Junio 2004 || Nº 59 Segunda Época; 5) RICHERI, Giuseppe:”Una actividad en pleno crecimiento.La industria del copyright en la economía de Estados Unidos”, Revista TELOS, Julio-Septiembre 2004 || Nº 60 Segunda Época "http://www.campusred.net/telos/" .

 (a) Jacob (J.) Lumier

Autor de ensaios sociológicos e filosóficos.